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14/06/2008 18:07
Reciclar faz bem ao planeta  0 commentaire

Reciclar faz bem...

  • A produção de uma tonelada de papel reciclado economiza 2 barris de petróleo, evita o corte de 14 árvores e o gasto de 50 000 litros de água;
  • Na produção de uma tonelada de papel reciclado são necessários apenas 2000 litros de água, enquanto que no processo tradicional esse volume de água pode chegar aos 100 000 litros por tonelada de papel fabricado;
  • Bastava que todos os países reciclassem metade do papel que consomem para que 40 mil quilómetros quadrados de terras fossem libertados do cultivo de árvores de crescimento rápido, como o eucalipto, que abastecem a indústria do papel;
  • Por cada tonelada de vidro reciclada, poupamos 1 200 kg de matérias-primas e 130 kg de combustível.

14/06/2008 18:04
Como contribuir para melhorar a qualidade do ar?  0 commentaire

Como contribuir para melhorar a qualidade do ar?

 

  • Faça as pequenas deslocações a pé ou de bicicleta. Os pequenos trajectos de automóvel são os mais poluentes e os que consomem mais combustível;
  • Ao volante adopte uma condução calma. Evite acelerações e travagens bruscas. Este tipo de condução aumenta o consumo de combustível e consequentemente a emissão de poluentes;
  • Modere a velocidade nos primeiros quilómetros pois o motor frio consome mais combustível e produz mais poluição;
  • Efectue as revisões periódicas do veículo para que o seu funcionamento seja eficiente e gaste menos combustível. Em percursos urbanos um motor mal afinado pode ter um acréscimo do consumo de combustível até cerca de 50%;
  • Limite o uso do automóvel ao estritamente necessário. Privilegie a utilização de transportes públicos e partilhe o automóvel sempre que possível. Contribuirá para reduzir os problemas de engarrafamentos e de estacionamento e para a melhoria da qualidade do ar;
  • Prefira combustíveis menos poluentes. No momento da aquisição de um novo veículo tenha em consideração as implicações ambientais da sua escolha: se optar por um veículo a gasóleo prefira os modelos equipados com filtros de partículas; se optar por um veículo a gasolina considere a aquisição de um veículo híbrido (com motor a gasolina e motor eléctrico);
  • Abasteça o veículo a partir do fim da tarde. No período mais quente do dia, quando se abre o depósito, é maior a emissão de compostos orgânicos voláteis;
  • Modere a utilização do ar condicionado no seu veículo pois aumenta o consumo de combustível e a emissão de poluentes atmosféricos.

(Fonte: Portal Ambiente & Saúde)


03/04/2008 13:36
Como é a sua relação com as energias renováveis?  0 commentaire

Homens e mulheres têm visões diferentes

Como é a sua relação com as energias renováveis

Estudo analisa imagem que os portugueses têm em relação às energias renováveis e aos equipamentos que as produzemOs portugueses são unânimes na forma como liga as energias renováveis às preocupações ambientais. A preocupação ecológica é a principal razão apresentada pelos inquiridos para explicar a valorização de um imóvel com equipamentos para produção de energia renovável. Mas no que se refere a conforto e a custos de manutenção as opiniões divergem entre sexos, de acordo com o estudo «As Energias Renováveis» que integra o Observador Cetelem.

Assim, se por um lado os homens apreciam o aumento dos níveis de conforto associados à utilização dos equipamentos (2,4% em comparação com 0,8% dos inquiridos do sexo feminino), por outro as mulheres apontam a redução de custos como razão para valorização dos equipamentos (3,5% em comparação dos 1,7% de inquiridos do sexo masculino).

De referir que este estudo do Cetelem, do Grupo BNP Paribas, analisou a imagem que os portugueses têm em relação às energias renováveis e aos equipamentos que as produzem.

(Fonte: Agência Financeira) 2008.04.03


27/11/2007 0:25
Cidades-forno  0 commentaire

Cidades-forno (opinião)

Autor: Bjorn Lomborg

É possível observar, neste exacto momento, aquilo que o aquecimento global poderá fazer ao planeta. Para vislumbrarmos o futuro, só temos de ir até Pequim, Atenas, Tóquio ou, na verdade, a qualquer cidade da Terra. A maioria das áreas urbanas de todo o mundo já registou subidas de temperaturas muito mais fortes nas últimas décadas do que o aumento de 2,6°C previsto com o aquecimento global nos próximos 100 anos.


A questão é muito simples de compreender. Num dia quente em Nova Iorque, os habitantes locais estendem-se nos relvados do Central Park, não no asfalto dos parques de estacionamento ou nos passeios de cimento. Os tijolos, cimento e asfalto – elementos fundamentais de construção das cidades – absorvem muito mais calor do sol do que a vegetação no campo. Numa cidade, há muito mais alcatrão do que relva. Assim, as temperaturas à superfície da cidade aquecem. Este efeito, a que se dá o nome de “ilha de calor urbana”, foi descoberto em Londres em inícios do século XIX.
Actualmente, as cidades de mais rápido crescimento são asiáticas. Pequim é praticamente 10°C mais quente do que as regiões rurais mais próximas, durante o dia, e 5,5°C mais quente à noite. Em Tóquio registam-se subidas de temperatura ainda mais substanciais. Em Agosto, as temperaturas à superfície na capital nipónica subiram 12,5°C face às zonas verdes dos arredores, atingindo 40°C – um calor abrasador que não afectou apenas o centro da cidade, já que se estendeu ao longo de cerca de oito mil quilómetros quadrados.
Se analisarmos uma cidade de rápido crescimento como Houston, no Texas, conseguimos observar o efeito real da ilha de calor urbana. Nos últimos 12 anos, Houston cresceu 20%, o que correspondeu a mais 300 mil habitantes. Durante esse período, a temperatura média nocturna aumentou cerca de 0,8°C. Num período de 100 anos, isso traduzir-se-á num brusco aumento de 7°C.
Contudo, enquanto os grandes activistas alertam para a iminente desgraça resultante das mudanças climáticas, há uma perspectiva mais realista que se traduz na capacidade de estas cidades lidarem com a situação. Apesar dos fortes aumentos de temperaturas nos últimos 50 ou 100 anos, estas cidades ainda estão de pé. Mesmo com o aumento das temperaturas, o número de mortes associadas ao calor diminuiu, devido à melhoria dos cuidados de saúde, ao acesso a serviços médicos e ao ar condicionado. Temos agora mais dinheiro e mais capacidade tecnológica para nos adaptarmos do que os nossos antepassados alguma vez tiveram.
É evidente que as cidades serão atingidas por aumentos de temperaturas resultantes das emissões de dióxido de carbono, além de um maior aquecimento derivado das ilhas de calor urbanas. No entanto, temos oportunidade de agir. Ao contrário do que sucedeu com os nossos antepassados, que pouco ou nada fizeram em relação ao fenómenos das ilhas de calor urbanas, nós estamos em posição de enfrentar muitos dos seus efeitos.
Ao passo que os grandes activistas se concentram inteiramente na redução das emissões de dióxido de carbono, nós podemos fazer muito mais – e com custos muito menores – se nos debruçarmos sobre o problema das ilhas de calor urbanas. Há soluções simples que podem fazer uma grande diferença ao nível das temperaturas.
As cidades são mais quentes do que as regiões circundantes porque são mais secas. Têm falta de espaços verdes húmidos e dispõem de sistemas de drenagem que removem eficientemente a água. Em Londres, o ar em torno do rio Tamisa é mais frio do que alguns quarteirões adiante, onde se encontram núcleos urbanizados. Se plantarmos árvores e criarmos fontes de água, não só estaremos a embelezar aquilo que nos rodeia como também a arrefecermos o ambiente – em mais de 8°C, de acordo com os modelos climáticos.
Além disso, se bem que possa parecer quase cómico, uma das melhores abordagens para a diminuição das temperaturas é muito simples: pinte as coisas de branco. As cidades têm muito asfalto preto e estruturas escuras, que absorvem o calor. Se aumentarmos os reflexos e as sombras, conseguiremos evitar, em larga medida, a geração de calor. Pinte a maior parte de uma cidade de branco e conseguirá reduzir a sua temperatura em cerca de 10°C.
Estas opções são simples, óbvias e eficientes em termos de custos. Tomemos Los Angeles como exemplo. Pintar os telhados da maioria dos cinco milhões de casas daquela cidade com cores mais claras, pintar 25% das estradas e plantar 11 milhões de árvores custaria cerca de mil milhões de dólares. Em cada ano subsequente, os custos com sistemas de ar condicionado seriam reduzidos em aproximadamente 170 milhões de dólares, ao passo que os benefícios em termos de redução do “smog” ascenderiam a 360 milhões de dólares. Além disso, a temperatura média de Los Angeles diminuiria em cerca de 3°C – o correspondente ao aumento de temperatura previsto até ao final do século.
Compare estes valores com os 180 mil milhões de dólares previstos para implementar o Protocolo de Quioto, que praticamente não terá qualquer efeito. Actualmente, não ouvimos falar muito acerca de escolhas mais inteligentes no que diz respeito ao aquecimento global. Isso precisa de mudar. Temos mesmo que escolher o futuro que queremos ter.

(Fonte: Jornal de Negocios) 21.11.2007

Bjørn Lomborg é chefe do Copenhagen Consensus Center, professor-adjunto na Copenhagen Business School e autor dos livros “The Skeptical Environmentalist” e “Cool It”.


27/11/2007 0:01
Como devo tratar o meu lixo?  1 commentaire

Como separar o lixo?

Cada família sabe melhor do que ninguém como prefere orientar o espaço e a arrumação em sua casa. Mas não se pense que a única maneira de separar as embalagens usadas e de participar na reciclagem é ter três, ou mesmo quatro, caixotes do lixo.  

Pode, por exemplo, utilizar um caixote para os resíduos orgânicos e outro para tudo o que é embalagem, separando os resíduos já à boca do ecoponto.

Outra alternativa será comprar um caixote com três divisórias, já disponível no mercado, e que torna a tarefa mais simples. Estes caixotes têm dimensões relativamente reduzidas e já se encontram a preços acessíveis.

Por último, ponha a sua imaginação a trabalhar, por exemplo, se tem filhos porque não pô-los a construir um ecoponto de caixas de cartão?!

Uma actividade lúdica e educativa que os pode divertir e ajudá-lo a si na tarefa de separar.

Existem apenas alguns passos básicos que deve seguir de forma a tornar o processo de reciclagem mais eficiente:    

     >  Escorra e despeje todo o conteúdo das embalagens; 
     >  Quando possível, espalme-as para ocuparem menos espaço em casa, facilitar o seu transporte e diminuir o número de deslocações ao ecoponto; 
     >  Para evitar maus cheiros pode passar por água algumas embalagens; 
     >   Deposite no ecoponto o saco que usou para transportar as embalagens usadas.

O que colocar no Ecoponto?

No ecoponto devem ser colocadas apenas embalagens:

Ecoponto Amarelo: Latas de bebidas, latas de conserva, aerossóis, tabuleiros de alumínio, garrafas, garrafões e frascos de plástico, sacos de plástico e esferovite limpa.

Ecoponto azul: Embalagens de papel e cartão. Apesar de não serem embalagens também deverá colocar jornais, revistas e papel de escrita e impressão.

Ecoponto verde: Garrafas, frascos e boiões de vidro.

Nota importante:
Antes de colocadas no ecoponto, as embalagens devem ser sempre bem escorridas e espalmadas para reduzir o espaço que ocupam quer em casa quer no ecoponto.
Deverá respeitar as regras de deposição indicadas pelo seu
Sistema Municipal/Autarquia

 

Em qual dos contentores devo colocar os pacotes de leite, sumos, etc?
Os pacotes de leite, sumos e as restantes embalagens de cartão para líquidos alimentares devem ser depositadas no contentor amarelo (contentor do ecoponto destinado à deposição de embalagens de plástico e de metal).

Onde devo colocar as garrafas de óleo de cozinha? e de azeite?
As garrafas de vidro deverão ser sempre colocadas no Contentor Verde, sem tampa e devidamente esvaziadas.

As garrafas de plástico que contiveram óleos alimentares, depois de totalmente esvaziadas, devem ser colocadas no Contentor Amarelo.

Posso colocar copos, pratos e talheres de plástico descartáveis no Contentor Amarelo?
Não. Nos ecopontos apenas devemos colocar embalagens usadas, as únicas excepções são os jornais, as revistas o papel de escrita ou impressão no contentor azul e as pilhas quando existir um contentor específico para o efeito.

Este tipo de objectos não são embalagem e devem ser colocados no contentor de lixo comum (resíduos indiferenciados).

10/11/2007 0:04
Carpooling - poupe mais nas suas deslocações...  0 commentaire

Carpooling - a escolha inteligente para as suas deslocações

Com a prática de Carpooling, já utilizada com imenso sucesso em países como Canadá, Estados Unidos, Inglaterra e França, é possível reduir significativamente as emissões de CO sem quaisquer investimentos adicionais ou proibições.

O estilo de vida citadino revela-se, ao nível ambiental, insustentável a médio prazo, para além de que as filas intermináveis de trânsito e as horas perdidas em deslocações diárias casa-trabalho/trabalho-casa são um autêntico roubo à nossa qualidade de vida.

Porque se as preocupações ambientais devem sem dúvida ser uma prioridade dos governos, cada um de nos, na sua actividade quotidiana não se pode demitir dessa responsabilidade.

Para além dos benefícios que rapidamente se fazem sentir na vida particular de quem adere a esta iniciativa, através de um aumento e melhoria da mobilidade de cidadãos sem viatura propria, poupanças em combustível e desgaste de viatura, estamos a contribuir para uma utilização mais eficiente e racional de recursos limitados e poluentes, proporcionando assim ganhos ao nível ambiental que vão beneficiar toda a comunidade.

Poupança efectiva:

Os custos de deslocação em viatura propria são bastante elevados, principalmente se transportar apenas o condutor. Estima-se que os automoveis de gama média fazem cerca de 18,000 km por ano. Se fizermos um cálculo aproximado das despesas envolvidas teremos que considerar, na maior parte dos casos, os seguintes custos:

            - Combustível

            - Manutenção da viatura

            - Estacionamento

            - Portagens

            - Investimento na aquisição da viatura

            - Seguro de responsabilidade civil

Ao partilhar a sua viatura, ou ao contribuir para as despesas de alguém que partilha consigo, pode reduzir estes custos até 75%, dependendo do n° de ocupantes.

Mais saúde e menos stess:

Nas grandes cidades a qualidade do ar começa a degradar-se, tendo como principal responsável o tráfego automovel. Assim, ao reduzir o n° de viaturas na estrada, estaremos a contribuir para o bem comum: a qualidade do ar que todos respiramos

Ao partilhar as suas viagens poderá também, no caso de não ser o condutor, aproveitar o tempo das deslocações para ler, dormir, comer ou simplesmente socialiar, algo que é cada vez menos comum nas sociedade modernas.

Se está a considerar aderir a este conceito de partilha vá a:

www.carpool.com.pt

e Boa Viagem!
 




Para VENDER ou COMPRAR casa      contacte-me:                                          

00351 962 024 788                       frosa@remax.pt

VER IMÓVEIS em detalhe:                                          www.remax.pt/frosa





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