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05/12/2008 14:53
Maxfinance e Home Energy cele  0 commentaire

Home Energy e Maxfinance celebram parceria

A Home Energy e a Maxfinance, empresa de consultadoria financeira integrada no grupo Remax, celebraram um protocolo de parceria. Desta forma, os clientes da Maxfinance que pretendam adquirir ou vender uma casa passam a usufruir de vantagens exclusivas no processo de certificação energética Home Energy.

Para além disso, os clientes da empresa do grupo Remax passam a contar, igualmente, com vantagens na execução de auditorias energéticas (recomendações sobre a potência eléctrica contratada e electrodomésticos).

Recorde-se que o Sistema de Certificação Energética (SCE) permite a um perito qualificado atribuir uma etiqueta de desempenho energético aos edifícios de habitação e serviços, numa escala de eficiência que varia de A+ (alta eficiência energética) a G (baixa eficiência), com vista a potenciar economias de energia.

A partir de Janeiro de 2009 será obrigatória a emissão do certificado em todos os edifícios, novos ou usados, aquando da celebração de contratos de venda ou arrendamento.
Fonte: AmbienteOnline.pt  2008-12-04

05/12/2008 14:18
REMAX abre a maior loja da Peninsula Ibérica  0 commentaire

Investimento de 500 mil euros

REMAX abre maior loja da Península Ibérica em Almada

Pretende transaccionar entre 400 a 450 imóveis e conta com serviços notariais 
A REMAX inaugurou esta quinta-feira a maior loja da Península Ibérica. A nova unidade, localizada em Almada, representa um investimento de 500 mil euros e pretende conquistar 20 por cento da quota de mercado da Margem Sul, até 2010, refere em declarações à "Agência Financeira".

A crise financeira não parece assustar o investidor Luís Amado. O franchisado já conta com uma loja nessa zona e adianta que Novembro «foi mesmo o melhor mês do ano da mediadora», apesar do abrandamento da procura e da restrição ao crédito por parte das instituições financeiras.

O responsável considera mesmo que os consumidores portugueses estão mais «prudentes» e só pedem ao banco empréstimos «que podem pagar».

«Os clientes têm mais consciência daquilo que podem comprar. Se têm um plafond de 200 mil euros, procuram uma casa de 150 mil euros, assim é mais fácil o crédito ser aprovado pelo banco», salientou o franchisado à AF.

Perspectivas de crescimento

Para Luís Amado as perspectivas de crescimento para esta mega loja, que ronda os mil metros quadrados, são as melhores. A mediadora prevê atingir uma facturação de 1,5 milhões de euros no próximo ano e duplicar o actual número de agentes, passando de 20 para 40. O objectivo é terminar 2010 com 80 profissionais.

Os novos serviços disponibilizados por esta loja vão, no entender do responsável, ajudar a alcançar esta meta. Para já, estão previstos serviços notariais, sem qualquer custo acrescido. «Os notários deslocam-se à mediadora alguns dias por semana e não é cobrado nada ao cliente. Nem isso teria sentido, a ideia é criar mais valor aos consumidores», acrescenta à "AF".

Com esta aposta, o franchisado pretende transaccionar entre 400 a 450 imóveis durante o próximo ano.

Novas lojas

Os projectos não ficam por aqui. Luís Amado pretende inaugurar uma nova mediadora na Costa da Caparica, em 2009 e, até ao final desse ano, abrir uma consultora da rede, a Maxfinance.

«Há ainda muito mercado para conquistar, mais de 60% deste continua nas mãos de privados», refere.

O novo espaço inaugurado esta quinta-feira conta ainda com outras novidades, como salas individuais e um espaço para crianças.

Fonte: Agência Financeira  2008.12.04  20:06


04/11/2008 12:05
REMAX antecipa saldos e lança 3 mil imóveis em promoção  0 commentaire

RE/MAX antecipa saldos e lança 3 mil imóveis em promoção

Depois do Salão Imobiliário de Lisboa, a carteira de imóveis vai para lojas com a mesma redução
A REMAX vai antecipar a época de saldos e vai lançar 3 mil imóveis com preços especiais, durante os dias em que se está a realizar o Salão Imobiliário de Lisboa (SIL), na FIL, de 22 a 26 de Outubro, refere à "Agência Financeira" fonte da mediadora.

«São mais de 3 mil imóveis com reduções especiais de preço, ou seja, oportunidades únicas de negócio para quem procura um imóvel», refere o presidente da empresa, Manuel Alvarez.

O desconto mínimo negociado é de 5% do valor de venda do imóvel, num montante nunca inferior a 2 mil euros, já o desconto máximo atinge os 53% num terreno e 34% num imóvel. Este último traduz-se numa redução efectiva de 54.750 euros no valor de venda do imóvel.

Segundo as contas da mediadora, o montante médio de descontos nestes imóveis ascende a mais de 13 mil euros.

Promoções aplicam-se às lojas

Esta carteira de imóveis está disponível apenas na FIL. No entanto, a partir de 27 de Outubro até 22 de Novembro estes saldos passam a estar acessíveis em todas as lojas.

Segundo o responsável, estas promoções abrangem casas, com tipologias que vão desde o T0 a T5 e moradias, assim como terrenos rústicos, em vários pontos do país.

«Representam cerca de 7% da carteira total de imóveis comercializados pela rede», acrescenta.

Fonte: Agência Financeira  2008.10.22  06:00


03/10/2008 12:30
REMAX lança novo produto para comprar casa  0 commentaire

Destina-se a quem já tem imóvel

RE/MAX lança novo produto para comprar casa

Sem encargos de crédito até dois anos
A Remax, em parceria com a consultora financeira Maxfinance e com a União de Créditos Imobiliários (UCI), lançou um novo produto para comprar casa com suspensão de encargos até dois anos.

Trata-se do «Casa nova a zero euros» e, segundo a mediadora, «permite a troca de casa, sem venda antecipada da antiga e sem encargos de crédito sobre este imóvel durante dois anos».

«O novo produto assenta na concessão de um empréstimo até 100% que antecipa o valor de venda da casa actual», revela ainda em comunicado.

Prazo até 40 anos

O novo produto tem associado um financiamento completo, com base no valor de venda do imóvel actual, com prazo alargado até 40 anos, carência de capital ou redução da taxa de juro.

«Muitas pessoas querem mudar de casa mas adiam fazê-lo porque para isso precisam primeiro vender a sua casa actual e nem sempre conseguem conciliar a oportunidade de compra com uma boa oferta de venda. Este produto permite concretizar a troca de casa sem vender apressadamente a casa antiga e sem aumentar com isso os encargos com o crédito imobiliário. Além de que garante um financiamento até 100%, tendo como base o valor do imóvel actual», adianta o responsável máximo da Remaz, Manuel Alvarez.

Este produto está disponível nas agências Remax e nas lojas Maxfinance.

Fonte: Agência Financeira  200.10.02  17:31


26/09/2008 0:25
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Manuel Alvarez, director-geral da REMAX

«Vamos assistir ao encerramento de mediadoras»

Remax que têm aconselhamento financeiro vendem mais casas

O abrandamento no mercado imobiliário vai comprometer as metas de crescimento previstas para este ano. Em vez dos 25% a Remax acredita que irá crescer entre os 7 e 8%. Para o ano, o director-geral da empresa, Manuel Alvarez, em entrevista à "Agência Financeira" diz que as metas para 2009 serão mais cautelosas e deverão rondar os 10%.

No início do ano previa um crescimento de 25% para 2008. Vai ser possível alcançar este número?
Não. O mês de Maio e Junho foram maus ao nível de movimento de compradores. O aumento dos combustíveis teve efeitos terríveis em termos de procura, pior do que o anúncio de falência de bancos nos EUA. A partir de Julho começamos a sentir uma recuperação. Apesar desta quebra, acredito que iremos ganhar quota de mercado. Há imobiliárias que não se vão aguentar, não só devido à crise mas também porque o mercado mudou. Há que trabalhar os arrendamentos e saber trabalhá-los. As mediadoras com menos recursos estão a fechar as portas. Por outro lado, o particular não consegue vender e acaba por ter de recorrer a mediadoras, daí prevermos o aumento de quota de mercado.

Quantas imobiliárias irão fechar?
Não tenho nenhum número mas de certeza que iremos assistir ao encerramento de imobiliárias, tanto de redes como de particulares.

Também dentro da rede Remax?
Da Remax e de outras redes.

Quais são as perspectivas para 2009?
Primeiro tenho de acabar o ano para saber o que espero para 2009. Provavelmente vamos definir uma meta de crescimento mais moderada na casa dos 10%. Espero este ano acabar com um crescimento na ordem dos 7 a 8%.

Quantas agências vão abrir até ao final do ano?
Não deveremos abrir nenhuma, vamos assinar contratos para abrir no próximo ano. Espero assinar uns 15 contratos até ao final do ano e outros 25 no próximo ano.

Construtores deveriam poder deduzir IVA

Estamos em vésperas de mais um Orçamento de Estado, o que poderia ser feito para estimular o sector?
Seria desejável que o IVA pago pelas construtoras pudesse ser deduzido. Isso faria com que os preços das casas baixassem.

Acha que o Governo está sensível?
Penso que não.

Uma das guerras do Instituto da Construção e do Imobiliário (InCi) tem sido a falta de transparência do mercado de mediação. Sente melhorias?
Quando a nova lei de mediação chegou já o mercado estava a abrandar. Não foi a lei que «limpou» o mercado, foi o próprio mercado.

Concorrentes podiam ter copiado saldos

Uma das apostas da Remax foi o serviço de aconselhamento financeiro. Que análise faz?
Estamos muito satisfeitos. Para vender casas tem de se saber lidar com os bancos, o que é um grande desafio. Ter um consultor financeiro representa um «know how» diferente. As Remax que têm este aconselhamento financeiro estão a vender mais casas.

O ideal seria ter esse serviço em todas...
Cerca de 30 franchisados vão agora aposta nesta área financeira. A primeira coisa que fazemos quando um cliente diz que quer comprar um imóvel é fazer a caracterização desse cliente, inserindo dados no simulador, como o tipo de casa que quer, o ordenado, etc. Para esses critérios ficamos logo a saber até que valor podemos mostrar. Não vale a pena ir acima dessa valor porque o banco não empresta. Nem todas as mediadoras têm conseguido adaptar-se a esta realidade, por isso continuam a correr, a mostrar casas de sonho a clientes que nunca vão conseguir comprar. O simulador começou a ser aplicado em Janeiro quando o mercado estava a mudar.

A Remax foi pioneira foi pioneira no lançamento de saldos, é um exemplo que pode ser seguido?
Já vamos na segunda edição e no ano passado ninguém fez. Nem todos têm capacidade de criar dinâmicas comerciais, de motivar equipas, etc. Fomos muito criticados, pelos concorrentes como pela própria associação (Apemip), mas no fundo todos poderiam ter copiado. Não o fizeram porquê? Porque exige trabalho e esforço.

Fonte: Agência Financeira 2008.09.25  08:18


25/09/2008 23:48
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Manuel Alvarez, director-geral da REMAX

«Este é o ano ideal para quem quer mudar de casa»

«Preços das casas não vão baixar mais»

Para o director-geral da mediadora esta é uma boa altura para comprar casa, porque os preços não vão baixar mais. O mercado ao estar na sua maioria nas mãos de particulares dificulta grandes reduções de preços, já que cada proprietário define o valor, revela em entrevista à "Agência Financeira".

Os preços das casas em Espanha e em Inglaterra estão a cair a pique. Poderá acontecer o mesmo em Portugal?
Não, o mercado português é muito calminho em tudo. Mas porque é que os preços caíram em Espanha e em Inglaterra? Porque o peso da construção nova sobre o total de venda de imóveis é grande, provavelmente em Espanha pesa 40%, enquanto em Portugal ronda os 20% ou os 22%. Por outro lado, em Espanha há também grandes construtoras com milhares de imóveis para vender, já em Portugal vendemos cerca de 200 mil apartamentos por ano. Imagine uma construtora destas no mercado espanhol com 15 mil apartamentos para venda, é uma loucura. Isso é o que vende a Remax num ano. Ter 15 mil apartamentos num mercado que vende 1 milhão é bom, mas num mercado que está crise e que só vende 400 mil já é perigoso e há muitas nesta situação. O que acontece? Essas construtoras baixam rapidamente o preço e isso reflecte-se logo no mercado. Em Portugal, 80% do mercado está nas mãos dos proprietários e cada um decide o seu preço.

Os preços não vão baixar mais?
É difícil. Este ano é a altura ideal para comprar, investir ou para quem quer mudar para uma casa melhor.

Quando o mercado voltar a recuperar é dinheiro ganho...
Sim. Mas não é aconselhável comprar para vender daqui a dois anos.

E há dinheiro para investir?
Sim. Há pessoas que, até aqui, investiam na bolsa e agora como não sabem onde aplicar o dinheiro, porque o risco é maior e está mais exposta, podem aplicar esse valor no imobiliário. O imobiliário é uma boa aposta para investimento.

O que é certo é que estamos a atravessar uma grave crise financeira e o imobiliário também sai afectado...
Os bancos têm falta de liquidez, ou vão buscar dinheiro caro ou não o encontram e 80% dos negócios realizados neste sector dependem de empréstimo bancário. No Brasil, por exemplo, nunca existiu credito à habitação e vendem-se muitas casas. Também em Portugal, há cerca de 13 ou 14 anos, os bancos nunca emprestavam 100% do dinheiro, as taxas eram bem altas e vendiam-se casas.

O arrendamento vai então continuar a ganha terreno?
Sim e já há investidores que compram imóveis só para arrendar.

Seguir exemplo espanhol

O Governo lançou programas de apoio ao arrendamento jovem. Seria desejável o alargamento destas medidas a outros segumentos?
É positivo mas também seria interessante alargar mais estes programas. Em Espanha, existe determinado tipo de apoios para determinado nível de rendimento.

Seria um exemplo a seguir?
Sim, mas o Estado espanhol tem mais verbas.

E em relação às vendas?
As vendas deverão cair 10 a 12% este ano, devido ao abrandamento da procura.

Fonte: Agência Financeira  2008.09.25  08:26


24/09/2008 9:39
Arrendamento cresceu 42%  0 commentaire

Arrendamento cresceu 42%

Remax diz que disparo na procura vai levar a aumento das rendas

Bancos não concedem crédito a famílias com menos de 1.200 ou 1.300 euros mensais
A corrida dos portugueses ao mercado de arrendamento vai levar os preços a subirem, não adiantando, no entanto, valores. Esta é a opinião do director da Remax, Manuel Alvarez, que garantiu à "Agência Financeira" que entre Janeiro e Agosto o arrendamento cresceu 42%, totalizando 2.454 transacções, enquanto as vendas só aumentaram 2,4%, equivalente a 11.632 transacções.

Uma novidade para a empresa e para o mercado. A explicação é simples: os bancos apertaram na concessão de crédito e as famílias tiveram de recorrer ao arrendamento.

«Os bancos não emprestam e, por outro lado, há famílias que já não querem pedir dinheiro ao banco para evitar complicações», refere o responsável.

De acordo com Manuel Alvarez, «uma família que não apresente tem um rendimento médio de 1.200 ou 1.300 euros mensais muito dificilmente consegue obter um crédito por parte das instituições financeira».

Procurar um arrendamento mais barato pode ser a solução, segundo o mesmo, para os inquilinos que não conseguem suportar a renda. «A compra implica uma responsabilidade que dura anos e anos. Se o arrendamento correr mal fala-se com o proprietário, saí-se desse imóvel e procura-se outro arrendamento mais barato», salienta.

Falta de produto

Este disparo na procura origina, segundo o mesmo, falta de produto para arrendamento, logo os preços tendem a aumentar, não querendo, no entanto, adiantar valores.

Para fazer face a esta escassez, a Remax propõe aos proprietários arrendar os imóveis, em vez de os vender, nas situações em que os bancos não aceitam o crédito. «Alguns proprietários aceitam e optam por arrendar as casas, outros não», conclui Alvarez.

Fonte: Agência Financeira  2008.09.18  07:00 


18/07/2008 10:57
"Quem comprou casa há quatro anos não vai ganhar dinheiro"  0 commentaire
Entrevista a Manuel Alvarez, Presidente Executivo da Remax em Portugal

“Quem comprou casa há quatro anos não vai ganhar dinheiro”

A crise do ‘subprime’ está a começar a fazer os primeiros estragos em Portugal. Com os bancos a restringir cada vez mais os créditos, o mercado da habitação começa a ressentir-se.

Só compra casa quem tiver liquidez e até tem sorte porque acaba por comprar a preços mais baixos. Isto porque quem está a vender não tem outra hipótese senão baixar os preços. É o caso de Miraflores onde há tanta oferta que é possível para negociar preços. Mas como a lógica do imobiliário é, muitas das vezes, a falta de lógica, há zonas em que nada disto se aplica, como em Lisboa, onde os preços não baixam. Pelo contrário tendem a subir.

Esta é uma boa altura para comprar ou para vender casa?
Para comprar sem dúvida, porque há preços mais baixos, mas também terão de ser pessoas com disponibilidade financeira que não precisem de recorrer ao crédito bancário ou um investidor. Vender depende das circunstâncias em que a casa foi comprada. Quem comprou há quatro anos não vai certamente ganhar dinheiro.  O que acredito é que é um bom momento para trocar de casa porque pode fazer-se por menos dinheiro.

Mas porquê?
Dou-lhe um exemplo. Imaginemos que quero comprar uma casa hoje, em 2008, e preciso de vender a minha. Em 2001 a casa que queria comprar custava 200 mil euros, mas hoje já desvalaorizou e custa 160 mil euros. A que quero vender custou-me, em 2001, 150 mil euros, mas agora já custa 120 mil. Isto significa que, neste caso, a diferença entre a casa que quero comprar e a que quero vender é hoje de 40 mil euros quando há seis anos era de 50 mil euros.  

O arrendamento é uma hipótese em vez da venda?
O arrendamento está a crescer. Já sentimos mais pessoas à procura de casas para arrendar no ano passado, e ainda mais este ano, mas faltam imóveis nesse ramo. Devia haver um mercado de investidores que compre para arrendar, mas há sempre o medo de que não se paguem as rendas.

Isso nota-se na empresa que gere?
Sim, bastante. Em 2007, os negócios de arrendamento na Remax cresceram mais 12% do que os negócios das vendas, ou seja, 47% das transacções são de imóveis arrendados e 35% foram de vendas.

Os preços estão a baixar de forma significativa?
No mercado de usados, desde 2001 que os preços sofrem ligeiras alterações, mas depende muito das zonas. Por exemplo, na linha de Sintra, os preços desceram 7% entre 2001 e 2007, mas em Lisboa subiram 1% no mesmo período. Nas construções novas, os preços não baixam porque os promotores preferem esperar a vender mais barato. esta é uma característica muito portuguesa. Com um privado, que é a maioria do nosso negócio, se existe uma grande necessidade  de vender, então tem de baixar o preço. 
Fonte: Diario Econòmico  2008.07.10  00:05

08/05/2008 20:37
Quais as marcas vencedoras dos Prémios Superbrand 2008?   0 commentaire

Prémios Superbrand

Quais as marcas vencedoras de 2008?

Lista foi votada online por 25 mil consumidores

Quer saber quais as marcas vencedoras de 2008? É simples, basta consultar o Livro Superbrands.

 

Absolut, Bom Petisco, Caixa Geral de Depósitos, Continente, CTT, Delta, Diário de Noticias, EDP, Galp, Grant¿s, Halibut, Jornal de Noticias, Licor Beirão, Limiano, Medis, Metro, Millennium bcp, Modelo, Montepio, Nespresso, Nestlé, Nokia, Optimus, Pedras Salgadas, Portugal Telecom, Puma, Remax, Sábado, Securitas, Sport Lisboa e Benfica, Super Bock, TAP Portugal, Unibanco, Vitalis, Vodafone, X-Box e Xerox foram as marcas premiadas.

Os premiados foram anunciados esta quarta-feira no Pavilhão de Portugal.

Trata-se da quarta edição deste projecto e a lista final das marcas vencedoras foi votada online por 25 mil consumidores.

(Fonte: Agência Financeira) 2008.05.08


28/02/2008 14:59
"Vamos tentar crescer 35% em 2008"  0 commentaire

Manuel Alvarez, director-geral da RE/MAX

"Vamos tentar crescer 35% em 2008"

Resultados em 2007 superaram expectativas

Para o director-geral da Remax, Manuel Alvarez, as subidas de 40 por cento registadas nas vendas, graças aos saldos, em Janeiro e Fevereiro, ajudaram a «salvar» os resultados de 2007. Para este ano, as perspectivas de crescimento mantêm-se, assentes no aumento da rede, nas vendas e na angariação de mais casas.

A crise que afectou o mercado prejudicou os resultados de 2007?
O ano correu muito bem, melhor do que esperávamos. Prevíamos um crescimento de 25% mas acabámos por aumentar cerca de 36%. Mediámos mais de 21 mil transacções, movimentando 1,3 mil milhões de euros. Isso dá-nos ideia de que podemos continuar a crescer em 2008 e a voltar a ultrapassar a meta dos 25%.

Para quanto em 2008?
Vamos tentar alcançar os 35%.

A que é que se deveu este crescimento?
Começámos o ano com fortes subidas, em Janeiro e em Fevereiro, com subidas de 40%, efeito dos saldos. A partir daí, continuámos a apostar em dinamizações e em muita formação.

Como foi possível esse aumento? Com angariação de mais casas, mais vendas, crescimento da rede?
Só se pode crescer com mais vendedores, com formação e ferramentas práticas. Desenvolvemos este ano um software próprio, por exemplo, um cliente quando entra numa loja e regista o seu pedido, vamos saber se as nossas angariações se adequam ou não a essa solicitação. Se o cliente pedir um T2 de 110 mil euros e as agências só têm T3 entre os 140 e os 160 mil euros, então significa que estamos acima das necessidades dos compradores. Em outro caso, o comprador diz que quer comprar «X» imóvel, procuramos nas casas angariadas na agência e chegamos à conclusão que não há, então introduzimos o pedido e, automaticamente, toda a rede fica a saber que se procura esse tipo de imóvel. Pode ser que algum comercial conheça uma casa com essas características e faça essa angariação. Nessa altura toda a rede recebe uma mensagem a informar que «X» imóvel já está disponível para venda. Estamos a investir muito em sistemas automáticos de detecção de necessidades.

Mais de 70% do mercado ficará nas mãos de mediadores

Qual é a meta em termos de vendedores e de agências?
Prevemos ter 800 novos vendedores e 250 agências em 2008. O nosso objectivo não é crescer ao nível das agências mas sim ao nível dos comerciais.

O mercado tem capacidade para receber mais agências?
Quem é profissional aguenta-se, o próprio mercado faz a filtragem. Se 50% das transacções continua nas mãos dos particulares, o que corresponde a mil imóveis por ano, então ainda dá para viver muitas empresas de mediação.

O que é certo é que as transacções feitas por particulares têm vindo a descer¿
As transacções têm vindo a descer devido à dificuldade em escoar o produto e não pôr as imobiliárias prestarem um serviço melhor.

Mas porque é que o mercado particular continua tão forte? Deve-se por exemplo às comissões cobradas?

Mudar a mente das pessoas custa muito, além disso, temos de ter empresas mais profissionais. Acredito que daqui a sete ou oito anos, 70% do mercado estará nas mãos das mediadoras e 30% nos particulares. Cada ano vamos conquistando terreno ao mercado particular.

(Fonte: Agência Financeira) 2008.02.28


28/02/2008 14:51
"Com ou sem saldos vamos continuar a viver"  0 commentaire

Manuel Alvarez, director-geral da RE/MAX

«Com ou sem saldos vamos continuar a viver»

A mediadora termina esta quinta-feira os saldos e apesar de ainda não ter dados finais, pelos números de Janeiro, o director da Remax reconhece que a iniciativa foi mais fraca. O responsável critica ainda o Estado pela demora no licenciamento.

Já é possível fazer um balanço dos saldos?
Não, porque há muitas decisões que são tomadas nos últimos dias de Fevereiro e não temos os números finais.

Como correu o mês de Janeiro?
O crescimento deste ano foi inferior ao do ano passado. Tivemos um crescimento de 18%, enquanto no ano passado atingimos os 40%.

Porquê esta diminuição?
O impacto foi menor, já não era novidade.

Mas os saldos mantêm-se para o ano?
Sim, seremos criticados mas vamos fazer à mesma.

Uma das críticas que têm sido feitas pelos seus concorrentes é que os preços das casas em saldos foram sobrevalorizados para depois fazerem o desconto...
É mentira. Somos uma multinacional e somos uma das empresas que mais imóveis vendem no mundo. Temos critérios e sistemas de angariação exigentes. Não vamos angariar imóveis que consideramos estar acima do preço do mercado. Muitos dos imóveis que entraram em saldo foram angariados em Outubro ou em Novembro e não foi com essa intenção. Por exemplo, a linha de Sintra tem muitos prédios para venda e todos iguais, com as mesmas tipologias, construídos pela mesma empresa. Como é que se consegue vender? Vamos criar oportunidades para que os proprietários consigam vender as suas casas. E como? Se todas as casas são iguais e aos mesmos preços? Aproveitando a ideia dos saldos. As outras vendem-se a 120 mil euros e a de saldos vende-se a 110 mil euros, ou seja, 10 mil euros mais barata.

Vendemos 2 em cada 3 imóveis angariados

É então uma boa alternativa para escoar imóveis?
Sim. É uma boa alternativa para o proprietário resolver o seu problema. A Remax com saldos ou sem saldos continua a viver.

Mas o proprietário recebe menos...
Sim, mas se comprou o imóvel em 1994 por 50 ou 60 mil euros então ganha dinheiro à mesma.

Que conselho dá às mediadoras? Fazer o mesmo, por exemplo?
Não têm capacidade. O problema é que grande parte das mediadoras não trabalha em regime de exclusividade, o segredo de sucesso da Remax é que cada vendedor trabalha 15 a 20 imóveis, por isso temos um rácio de sucesso elevado, vendemos dois de três imóveis angariados.

Como está a correr o projecto Open house?
Está a correr muito bem. Temos uma média de 4 visitas por imóvel. Conhecemos possíveis compradores, divulgamos o imóvel. Além disso, poupa tempo ao proprietário porque normalmente os primeiros visitantes são os vizinhos.

O InCI tem dito que mais de metade das mediadoras têm irregularidades. O que se passa?
Depende do tipo de irregularidades que são detectadas, são graves ou não? Por exemplo, muitas vezes dizem que não temos o número do IMI no anúncio mas temos no vidro da agência. A lei é muito vaga e está mal feita. Criam por exemplo a empresa na hora mas depois quem pára o País é sempre o Estado. Por vezes temos a loja pronta há dois meses e continuamos à espera do número do IMI.

O processo de licenciamento é muito lento?
Sim e nalguns casos é vergonhoso.

(Fonte: Agência Financeira) 2008.02.28


28/02/2008 14:46
"Os bancos já não estão a emprestar dinheiro"  0 commentaire

Manuel Alvarez, director-geral da RE/MAX

"Os bancos já não estão a emprestar dinheiro"

Há um público com rendimentos mais baixos não vai conseguir comprar casa.
O director-geral da Remax, Manuel Alvarez, garante que as instituições financeiras estão a «apertar» a concessão de crédito e os consumidores com rendimentos mais baixos não vão conseguir comprar casa. A altura é boa para comprar casa até porque, acredita, os preços não vão baixar mais.

A crise financeira, mais acentuada no último trimestre, sentiu-se no sector?
Sim. Os compradores, os vendedores e os proprietários mantêm-se, o problema é que o banco não empresta dinheiro. No ano passado, o banco para um cliente que tinha 2.500 euros de ordenado, emprestava até 200 mil euros, este ano só empresta 170 mil euros. Por isso, já estamos a passar essa informação às agências para qualificarem bem financeiramente o cliente e só mostrar o produto que poderá receber o aval da instituição financeira.

Estamos então a assistir restrições por parte dos bancos...
Sim. Porque está a controlar mais o nível de risco e a restringir a taxa de esforço. Os bancos querem continuar a emprestar dinheiro mas querem fazê-lo sem erros. Temos simuladores nas agências e para X ordenado mostra-se determinada casa. Não se mostra imóveis acima desse patamar porque perde-se tempo.

Devido a este «corte» na concessão de crédito, acha que a maioria dos portugueses está a comprar casas mais baratas ou pequenas?
Sim, a tendência para 2008 é que se comece a comprar imóveis mais baratos mas deixa de existir a pressão dos «spreads». Isso mostra que os bancos estão a adequar mais o produto financeiro à capacidade económica de uma família. Estamos a regressar a um mercado que existia em Portugal há 12 ou 13 anos atrás. Nessa altura só se emprestava dinheiro entregava 15 ou 20% de entrada e as taxas de juro rondavam os 10 a 12%.

Efeitos do subprime...
O problema é que os bancos neste momento não têm liquidez para emprestar dinheiro. No ano passado emprestavam 100 milhões de euros e vendiam 100 milhões de euros aos EUA. Neste momento não há securitização, pois não se pode vender os créditos fora. As instituições têm por isso que arranjar liquidez num curto espaço de tempo, o que faz com que os «spreads» continuem a subir. Ou seja, os compradores existem mas há um público com rendimentos mais baixos não vai conseguir comprar casa.

Preços teriam subido no final do ano

Qual é a solução para esses casos?
Recorrem ao arrendamento ou continuam a morar em casa dos pais ou da sogra.

O aumento dos spreads está a assustar os compradores?
Não. Porque quem compra uma casa já pensou muito, já não se adquire por impulso, isso acontecia em 1998 e 1999. Se os «spreads» estão altos em vez de optarem por um imóvel de 200 mil euros escolhem um de 180 ou 170 mil euros.

Para quem quer comprar casa está é a altura ideal ou deverá adiar a decisão?
Acho que o mercado está barato, se não fosse por causa do «subprime» iríamos assistir a um aumento de preços no final de 2007 ou início de 2009. Penso que é uma boa altura para comprar casa, porque vai-se comprar mais barato do que se tivesse comprado há uns dois anos.

É possível os preços descerem mais?
Não acredito.

(Fonte: Agência Financeira) 2008.02.28


17/02/2008 20:28
Smart Advertising promove RE/MAX em 200 locais de Portugal  2 commentaires

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Smart Advertising promove Remax em 200 locais de Portugal

Até ao final de Maio, a Smart Advertising vai levar a promoção que comunica os saldos da Remax a 200 pontos do território português, numa acção que vai levar mais de 300 carros Smart à Zona Norte, Grande Porto, Zona Centro, Grande Lisboa, Alentejo, Algarve e Ilhas.

«A mobilidade total permite chegar a um maior número de pessoas e estar mais perto dos públicos-alvo, algo bastante mais difícil e dispendioso de alcançar nos tradicionais meios da publicidade», explicou Manuel Pinheiro, administrador do grupo Smart Advertising. A partir de Março, por outro lado, a imobiliária vai comunicar esta acção com uma publicidade institucional.

(Fonte: Jornal Briefing) 2008.01.25


30/01/2008 11:52
Melhores empresas para trabalhar em Portugal  0 commentaires

A Microsoft é a melhor empresa para trabalhar em Portugal, ficando a REMAX em segundo lugar, pelo segundo ano consecutivo 

A Microsoft manteve o primeiro lugar entre as 37 melhores empresas para trabalhar em Portugal, segundo o estudo feito pela revista Exame.

No âmbito da eleição de «As melhores empresas para trabalhar em Portugal», promovida anualmente pela Exame em parceria com a Heidrick & Struggles, a Microsoft manteve o primeiro lugar, pelo terceiro ano consecutivo, com uma nota de 87,6%.

Os trabalhadores desta empresa destacam a política de compromisso de todos e o programa de reconhecimento de prémios em dinheiro.

O facto de ser oferecido no escritório um serviço de manicure, às segundas-feiras, a existência de uma máquina de engraxar sapatos à entrada do bar, aulas de ioga e de ginástica e massagens, estes forma outros dos exemplos dados para eleger a Microsoft como a melhor empresa para trabalhar.

Das 250 empresas que se candidataram a este ranking foram apuradas 37, 40% das quais são nacionais.

A REMAX manteve o segundo lugar e para o terceiro entrou uma empresa de biotecnologia, a Genzyme.

No 4º lugar está a «Abreu Advogados», que subiu do 11º lugar que ocupou em 2007, tornando-se na melhor empresa portuguesa neste ranking, lugar antes ocupado pelo Millennium BCP, que caiu para o 13º lugar.

A queda das grandes empresas traduz-se, também, com a descida da EDP - Energias de Portugal, caiu do 10º para o 17º lugar, enquanto o Banco Espírito Santo caiu do 9º para o 19º.

Outros exemplos nacionais: a Nova Delta entrou para o 27º lugar, a Carris desceu do 27º para o 31º lugar e a Somague caiu do 14º para o 34º posto.

(Fonte: Algarve Noticias) 2008.01.30


26/01/2008 0:52
RE/MAX quer aumentar vendas de casas em 25% este ano  0 commentaires

RE/MAX quer aumentar vendas de casas em 25% este ano


A imobiliária RE/MAX prevê aumentar em 25 por cento o número de casas vendidas em Portugal este ano, face a 2007, para cerca de 14.800 imóveis, disse hoje à agência Lusa o presidente-executivo da empresa.

Segundo Manuel Alvarez, 2007 foi um «ano bom» para a RE/MAX, com um crescimento superior ao esperado de 29 por cento no número de transacções de imóveis e, por isso, espera que 2008 seja igualmente «positivo», com a transacção de mais cerca de 3.000 casas do que no ano passado, em que foram vendidas 11.850.

O presidente-executivo da empresa afirmou «não estar assustado» com as previsões mais negativas atribuídas ao comportamento do mercado imobiliário, porque considera que em Portugal há um mercado de «primeira necessidade» que se encontra estabilizado.

«As pessoas têm que mudar de casa porque casam, tem mais um filho, mudam de emprego. Este é o chamado mercado de primeira necessidade que está estável em Portugal», explicou Manuel Alvarez, confiante que este ano a RE/MAX voltará a ganhar quota de mercado no segmento particular.

Por outro lado, explicou, a actividade de mediação imobiliária está a ser cada vez a ser mais valorizada, quer por quem compra, quer por quem vende.

A RE/MAX vai sexta-feira promover a I Reunião Geral de 2008, no Europarque, em Santa Maria da Feira, onde mais de 1.300 agentes associados vão analisar os resultados da rede em 2007.

Os resultados finais da empresa serão divulgados em Fevereiro, depois de analisadas todas as unidades 'franchisadas', adiantou Manuel Alvarez.

A rede RE/MAX é actualmente constituída por 211 agências imobiliárias distribuídas pelo país, depois de em 2007 terem aberto 32 novas agências.

De acordo com Alvarez, a empresa pensa abrir entre 25 e 30 novas unidades este ano, com enfoque particular no Norte e Centro do país.

Durante o encontro, o presidente executivo da empresa irá transmitir à rede de 'franchisados' a importância de o produto ser diferenciado.

«Há muitas casas à venda e poucos compradores. Nós temos na RE/MAX que diferenciar aquilo que vendemos», frisou o responsável, adiantando que apresentará sexta-feira a ideia de ter pelo menos um dia aberto (OPEN-HOUSE) para cada imóvel à venda na rede.

Nestes dias, explicou, normalmente a um sábado, a casa está «de portas abertas» para quem a quiser visitar.

De acordo com os dados de Manuel Alvarez, o período médio de transacção de um imóvel na rede é de 91 dias, tendo vindo a descer de ano para ano, em boa parte, de acordo com o responsável, graças à cada vez maior utilização do 'site' da RE/MAX.

«O comprador está mais informado daquilo que existe e sabe normalmente o que quer, procura-nos depois de ter já visto no nosso site aquilo que procura», disse.

(Fonte: Diário Digital / Lusa) 24-01-2008 18:24:00


27/12/2007 12:41
RE/MAX registou 655 mil visitantes no seu site em Novembro  0 commentaires

Remax registou 655 mil visitantes no seu site em Novembro

A rede de mediação imobiliária Remax registou no mês passado 655 mil visitantes únicos no seu site português, o que é a segunda maior marca dos últimos cinco meses, superada apenas por Outubro, quando a Remax registou uma procura de mais de 755 mil visitantes.

A rede de mediação imobiliária Remax registou no mês passado 655 mil visitantes únicos no seu site português, o que é a segunda maior marca dos últimos cinco meses, superada apenas por Outubro, quando a Remax registou uma procura de mais de 755 mil visitantes.

Durante o mês de Novembro, foram visitadas 1.999 páginas que foram vistas 10.793 mil vezes. O tempo médio dispendido em cada visita foi superior a 12 minutos, com uma média de 16 páginas visitadas por acesso. No período em análise foram efectuados 5.848 descargas de ficheiros, informou hoje a Remax.

A Remax Portugal gere uma carteira exclusiva de 23.930 imóveis residenciais e 4.265 imóveis comerciais. A rede integra mais de 210 agências imobiliárias em Portugal e um total de mais de 3.000 agentes imobiliários associados.

Na próxima sexta-feira a rede imobiliária lançará em Lisboa a sua segunda edição de saldos, remetendo para dia 28 a apresentação de mais detalhes sobre esta iniciativa. Já este ano, no passado mês de Janeiro, a Remax tinha lançado uma época de saldos nos imóveis da sua carteira, com reduções que oscilaram entre 12% e 40% do preço.

(Fonte: Jornal de Negócios) 21.12.2007


04/12/2007 15:19
Scolari brilha em palestra  0 commentaires

Scalari brilha em palestra

Técnico usa experiência pessoal de vida para motivar vendedores de casas.

Luiz Filipe Scolari foi ontem a estrela de uma convenção de agentes imobiliário realizada em Lisboa durante a qual contou detalhes do seu percurso de vida para ilustrar os temas propostos: motivação, trabalho em equipa e liderança.

Ao longo de 90 minutos, o seleccionador nacional manteve as cerca de 1500 pessoas que compareceram no pavilhão do Estádio da Luz quase hipnotizadas. Em tom informal, quase íntimo, Scolari deliciou a plateia com o seu sentido de humor e com histórias que, seguramente, também usa para motivar os jogadores da Selecção Nacional no balneário.

Scolari começou por ir direito ao assunto da agressão no final do jogo Sérvia-Portugal. “Vocês devem estar a pensar: quem é esse aí para falar de boa imagem quando à dias teve um problema daqueles? Sei disso. Volto a dizer que foi um momento em que não raciocinei. Mas não vou passar o resto da vida a pensar nesse momento ruim” Muitos aplausos. A assistência estava na mão. Depois foi um desfilar de histórias sobre perseverança, atitude e força de vontade.

Com um projector de imagens a acompanhar a palestra, Scolari mostrou uma fotografia da humilde casa onde nasceu, falou da infância marcada por um pai “cabeça dura, como todos os italianos”, que preferia que o filho não fosse jogador e por isso o ensinou a trabalhar. O futebol era apenas um bónus. Que o menino Luiz Felipe viu como uma oportunidade de vida: “Quando fui para o colégio, tínhamos uma equipa, mas era preciso bola e chuteiras. Eu repartia umas chuteiras com um colega: um calçava o sapato direito e o outro o esquerdo, o outro pé ficava descalço (e mostrou uma fotografia a comprovar). Não era fácil mas quando lutamos por um sonho ou um ideal fazemos qualquer sacrifício”. O técnico falou ainda da importância da família, dos amigos, do sentido de equipa e da integração em novas culturas (com pormenores do tempo em que trabalhou nos países árabes). Terminou a ouvir uma ovação.

Fonte: Correio da Manhã) 20.10.2007


04/12/2007 15:13
REMAX - Um percurso reconhecido  0 commentaires

RE/MAX - Um percurso reconhecido

Desde que chegou a Portugal, há sete anos, a Remax revolucionou o mercado imobiliário com a introdução de técnicas e ferramentas de gestão inovadoras. O mercado já lhe reconheceu o mérito com a atribuição de diversos prémios

A profissionalização dos agentes imobiliários e a aposta em novas ferramentas de gestão fizeram com que a Remax alcançasse um lugar de destaque no mercado imobiliário nacional. Desde que chegou a Portugal, em 2000, tem sabido afirmar a sua liderança e conquistar o reconhecimento do mercado.

Este ano, foi eleita a segunda melhor empresa a trabalhar em Portugal, num estudo promovido pela Exame, em parceria com a consultora Heidrick & Struggles, e conquistou o prémio Melhor Franchising nos Serviços e Melhor Franchising do Ano, na primeira edição dos Prémios de Franchising da revista do Instituto de Informação em Franchising. «São distinções que nos orgulham e que demonstram que o mercado reconhece a qualidade e a eficácia do nosso modelo de negócio», refere Manuel Alvarez, presidente executivo da Remax em Portugal.
Ao longo dos sete anos que marcam a presença da marca em Portugal, a empresa conquistou numerosos galardões nacionais e internacionais. Em 2002, a filial portuguesa foi eleita Melhor País do Mundo pelo Grupo Remax. Um prémio, atribuído pelo «excelente desenvolvimento» da rede, que englobou as seguintes categorias: Melhor Expansão Mundial, Melhor Marketing e Melhores Vendas.

Também em 2002, Manuel Alvarez foi distinguido com o prémio Personalidade do Ano na mediação imobiliária pelo lançamento, implementação e desenvolvimento da rede Remax em Portugal. Entre este ano e 2006, a marca conquistou consecutivamente o prémio Melhor Expansão, atribuído pela casa-mãe, nos Estados Unidos da América, pelo crescimento contínuo da rede em número de lojas e agentes associados, e pela eficácia das suas estratégias de marketing e vendas.

No ano passado, foi considerada Marca de Excelência pela organização das Superbrands em Portugal, numa lista de 1.250 marcas de referência - sendo a única premiada no sector imobiliário. Ainda em 2006, Manuel Alvarez foi nomeado Melhor Empresário do Ano, pela Câmara de Comércio e Indústria Luso-Espanhola e recebeu o prémio Serviço de Excelência atribuído pela Remax Europa, pelos serviços prestados a toda a rede.

«Estamos no mercado para oferecer um serviço imobiliário que faça a diferença. Um serviço que seja uma efectiva mais-valia para quem quer comprar ou vender um imóvel. Queremos também ser a empresa que oferece as melhores condições aos profissionais do sector, seja pela remuneração mais justa dos seus serviços, pela adopção das mais inovadoras tecnologias ao serviço da mediação imobiliária ou pela disponibilização e aplicação de estratégias de marketing eficazes. Acreditamos que a filosofia ‘Todos ganham’, lançada há mais de 30 anos pelo fundador da Remax, Dave Liniger, conduz não só ao sucesso da organização como à satisfação de cada um daqueles que connosco interagem no dia-a-dia do nosso negócio, sejam clientes, colaboradores, fornecedores ou franchisados. Só assim é possível fazer dos sonhos realidades», conclui o presidente executivo da Remax Portugal».  

(Fonte: Diário de Coimbra) 30.11.2007


27/11/2007 1:21
RE/MAX bate recordes  0 commentaires
Em Outubro
Remax aumenta facturação em 40% para 4,6 milhões de euros

Plano troca de casa impulsionou vendas
A Remax facturou 4,6 milhões de euros em Outubro, o que representa um crescimento de 40 por cento face ao período homólogo e pesa quase 11% do valor de facturação total previsto pela mediadora para 2007 e que deve situar-se na casa dos 43 milhões de euros.

Trata-se, de acordo com a Remax, «da maior facturação mensal atingida, desde sempre, pela rede em Portugal».
O plano de aconselhamento de troca de casa é visto, pelo presidente da mediadora, Manuel Alvarez, como «fundamental» para o crescimento dos resultados, garantiu à «Agência Financeira», apesar do mesmo não conseguir quantificar o impacto directo desta aposta nas vendas.

«Não é possível quantificar o impacto directo nas vendas mas pensamos que tem trazido mais clientes à Remax que por se sentirem mais apoiados e melhor aconselhados recomendam os nossos serviços. Certamente que o aumento de transacções no período de Outubro foi influenciado por esta nova abordagem ao cliente, mais integrada e completa», refere ainda.

«Em Outubro, a rede bateu vários máximos históricos: um total de 4.248 novas angariações exclusivas, a integração de 322 novos agentes associados e mais de 755 mil visitas ao site», revela em comunicado, acrescentando ainda que, no mesmo período, «a rede integrou 322 novos agentes associados que ascendem, no total, a mais de 3 mil profissionais de mediação imobiliária e foram realizadas 3.200 transacções imobiliárias».

(Fonte: Agência Financeira) 20.11.2007


06/11/2007 13:27
Presidente da RE/MAX Portugal refusa ideia de crise na Mediação  1 commentaires
 
Presidente da Remax Portugal refuta ideia de crise na Mediação


Entrevistámos, em exclusivo, Manuel Alvarez, Presidente Executivo da Remax Portugal no final do Encontro de Vendas que teve lugar a 19 de Outubro, e que culminou com uma sessão, no Pavilhão 1 do estádio do Benfica, em Lisboa. Os trabalhos decorreram desde as 10 horas, com uma sessão de ginástica a que ocorreram muitos dos cerca de dois mil vendedores da Remax que estiveram presentes, seguido de uma palestra de Luís Felipe Scolari sobre motivação e equipa.

(in imonews)


IMONEWS - Gostaríamos que comentasse este evento da Remax, e qual a importância que tem para a vossa organização.

Manuel Alvarez – O ano é muito duro, as dificuldades diárias são grandes, os clientes são difíceis e os vendedores precisam de um dia de motivação, de reorientação. Tentamos sempre encontrar uma palestra para que possam sair positivos daqui e que tenham convívio entre eles, e assim conhecerem as diferentes agências. Porque grande parte do nosso sucesso erradica da partilha de uma agência com outra, de um vendedor com outro. Um tem o comprador, o outro a angariação. Muitas vezes falam por telefone sobre um possível negócio mas não se conhecem pessoalmente. Por isso é importante, porque convivem entre eles, já se conhecem, e vão criando laços que no futuro são mais negócios.

IMONEWS – Também será importante a parte social do evento ( a Remix solidária, que vai dar à Associação Sol 2€ por cada pessoa presente). Como encara essa responsabilidade social das empresas que tanto se fala hoje em dia?

Manuel Alvarez- Está dentro da nossa cultura a responsabilidade social: devolver à comunidade aquilo que nos dá. Nós, pouco a pouco, vamos fazendo actividades com carácter social. Já fizemos uma maratona, umas festas em discotecas, cada agência faz visitas aos hospitais pelo menos uma vez por ano. Temos agências que se associaram a casas de crianças e têm todo o carinho por elas. Cada agência vai fazendo, dentro da sua cidade ou localização, acções de solidariedade. Está dentro da nossa filosofia, embora, Portugal ainda esteja a ser tímido nestas acções. Se os vendedores ainda estão no começo e ainda não ganham suficiente dinheiro, não se pode pedir um grande esforço económico. Em Dezembro passado as agências fizeram recolha de brinquedos e elas mesmas redistribuíram por casas de crianças órfãs, na sua zonade actuação. Nós organizámos acções onde o esforço é mais humano do que económico. Pouco a pouco, também vamos mudando e conseguindo mais esforço económico.

IMONEWS – A Remax já recebeu este ano vários prémios. Melhor franchising de serviços, Melhor Franchising em Portugal e 2ª melhor empresa para se trabalhar no nosso país. O que está por trás deste sucesso além dos prémios e dos números, ou são os números reflexo desse sucesso? Como é importante esse reconhecimento para vós?

Manuel Alvarez - A nossa forma de pensar é muito diferente, revolucionária e isso atrai as pessoas a trabalhar aqui. Porque nós somos todos empresários. Todos os que estiveram aqui hoje são empresários e trabalham para eles. Estão neste negócio para ganhar muito dinheiro. A nível de clientes, fazemos tudo para que este fique satisfeito. O futuro de cada um dos nossos vendedores é criar uma carteira de clientes satisfeitos. Por isso, há também uma simpatia a nível dos clientes, sentem que fazemos a diferença e que os nossos vendedores se entregam de corpo e alma. Portanto, vai passando esta imagem de ser uma empresa profissional. Como encaramos os prémios que temos conseguido? Todos os prémios são importantes. Mas o que para mim mais significou foi a Remax ter sido escolhida a 2ª melhor empresa para se trabalhar em Portugal. Primeiro porque, para todos estes vendedores, é importante que sintam que escolheram uma boa empresa e é um convite também para pessoas que precisam de encontrar um caminho e ganhar mais dinheiro. Com a formação que vão receber aqui, podem ser empresários e vencer. Abrimos portas a quem não consegue encontrar um caminho para melhorar profissionalmente.

IMONEWS – Perante este cenário de grandeza e crescimento que a Remax transmite, em que contexto se pode falar de crise? Todos falam de estagnação, de crise…

Manuel Alvarez – O sector imobiliário é muito amplo. Há os construtores, os promotores, os mediadores. A nível de construção, e construção de habitação média normal, há muita oferta neste momento. Todos os construtores que escolheram fazer apartamentos T2 e T3 num bairro de classe média, média-baixa, em Portugal, estão em crise. Têm mais dificuldade em vender porque há muitos apartamentos deste tipo ou com este público-alvo. Acontece o mesmo com os promotores. Estes têm de procurar um nicho de mercado. E neste momento, há oportunidades a nível dos estrangeiros que querem vir morar para Portugal. Há oportunidades numa classe com capacidade muito baixa, com a apartamentos de 70, 80 mil euros, ou então 300 ou 400 mil euros. As pessoas costumam dizer que tudo o que é caro se vende. Mas a questão é que há muito poucos apartamentos caros. Se há 5 anos, todos os apartamentos construídos tivessem sido caros, hoje dir-se-ia que o que é caro não vende. É tudo um problema de oferta e procura. Para os construtores, sim há uma crise. E para os particulares que querem vender sozinhos é um problema. Não sabem estabelecer os preços da sua casa. E por isso, para eles há uma crise. Para uma imobiliária profissional como nós, este ano estamos a crescer 40%. Ainda há uma fatia muito grande de mercado, que não passa pela mediação, entre 40 a 50%, que é vendido pelo próprio. Portanto, ainda podemos crescer toda essa fatia, que é enorme.

IMONEWS - O que se pode fazer em Portugal para inverter este número de 40% de vendas que não passam pelos mediadores imobiliários?

Manuel Alvarez - Uma mediadora com melhor serviço, com um valor acrescentado na hora de vender o imóvel. Se todas as mediadoras estivessem preocupadas com a satisfação do cliente e em ouvi-los naquilo que precisam num ano, todo o Portugal acreditava que a mediação era uma coisa fantástica. Existem 4000 mil pequenas imobiliárias, que eu entendo que não têm meios económicos para poderem responder da melhor forma. Nós somos uma multinacional, com uma estrutura enorme, a que mais imóveis vende em todo o mundo. Temos uma estrutura e uma ideia clara que é a nossa filosofia de trabalho. Todos os vendedores que estavam aqui sentados, cada vez que angariam um imóvel, pagam do seu bolso a publicidade, e é o seu tempo que vão dedicar a vender esse imóvel. E têm de o vender de qualquer forma. E nós angariamos em exclusividade que é a forma que nos permite lançarmo-nos com toda a força na comercialização deste imóvel, com segurança de que vamos receber a comissão e não vai ser outra imobiliária que vai beneficiar da nossa publicidade. Então, esta combinação da exclusividade com a aposta dos nossos consultores nesse imóvel, permite -nos que tenhamos um rácio em que vendemos 2 em cada 3 imóveis angariados. Um cliente satisfeito vai dizer a outros 6 ou 7. E assim sucessivamente. Esta é uma filosofia de trabalho que outras imobiliárias não têm. É mais difícil para eles basear tudo no serviço ao cliente.

IMONEWS - Mas seguramente, também haveria algo a fazer a nível da legislação, aproximar a legislação ao que se faz na Europa, por exemplo.

Manuel Alvarez - Eu não acredito nas leis. O mercado actua sozinho. Neste país, sempre se espera que a lei resolva…

IMONEWS - E na sua percepção, tendo em conta que vem de uma cultura diferente, não sente que a reticência das pessoas em recorrer à mediação tem um pouco a ver com o espírito tipicamente português que pensa sempre que pode contornar as situações?

Manuel Alvarez – Não, penso que não tem a ver com o facto de ser português, mas sim com o nível aquisitivo de uma família em Portugal. 4 mil, 5 mil euros de comissão é muito dinheiro para o nível aquisitivo. A família em Portugal ainda não tem a cultura do ócio, do tempo livre como noutros países da Europa, onde o fim-de-semana é para descansar e descontrair do stress, etc. Vender particularmente uma casa, significa 6 meses em que todos os fins-de-semana tem de estar em casa, e não ir à praia. Também é preciso que o país se desenvolva mais a nível económico, alterar esta situação para que as famílias digam: “Não, prefiro pagar 4 mil euros e ir à praia porque também mereço.” E notamos isto a acontecer mais nas cidades e menos no interior. Não tem a ver com a cultura, tem a ver com a riqueza, com a capacidade económica. Um país rico é um país onde há serviços e as pessoas aceitam os serviços. E cá em Portugal ainda se tenta não ir ao advogado para fazer o contrato da nossa casa, que é tão importante, para não pagar 400€ ou 500€. Imaginem o que é pagar 4mil euros a uma imobiliária se nem se quer pagar os 500€ ao advogado.

IMONEWS - Considera que a crise do mercado hipotecário vai, de facto, afectar Portugal e o mercado português? Ou desta vez o espirro dos Estados Unidos não chega a constipar a Europa?

Manuel Alvarez - Não vai afectar o mercado imobiliário. Porque o mercado em Portugal, teve um ano em 2000 em que houve um bom índice de vendas de casas. Havia muita alegria. De lá para cá, o número de transacções foi descendo cada ano, tendo voltado a subir em 2005. Hoje em dia, as transacções que se realizam são normais no mercado: os filhos que nascem e é preciso mudar de casa, os que se casam, num divórcio é preciso vender uma e comprar duas, tudo isto. Se a família não tem crédito para 185.000 €, terá crédito para 155.000. Então, vai ter que optar por uma casa mais barata. Sem dúvida, esta situação dos créditos vai afectar aquela fatia de cliente com rendimentos baixos que não chega a uma casa de 80mil e vai ter de optar pelo arrendamento no mercado, se encontrar

IMONEWS – Ou então optar pelo plano Remax…

Manuel Alvarez - Exacto, mas ainda com o plano Remax , nós não fazemos maravilhas e quando o banco não quer dar o crédito, não dá. E o que está a acontecer com os bancos é que estão a ser mais rigorosos. Porque têm menos liquidez neste momento. Os bancos concediam empréstimos e depois vendiam pacotes de empréstimos a empresas americanas. Neste momento, não há nenhuma empresa que compre pacotes de créditos. Os bancos vendiam pacotes e tinham dinheiro para emprestar. Como agora não os podem vender, estão a diminuir os créditos. E depois o crescimento do mal parado. Esses são os dois motivos que estão a travar. Isto vai afectar o mercado. A minha primeira casa em Espanha, já casado, teve de ser arrendada porque não tinha dinheiro e em Espanha para comprar tinha de dar 20% de entrada porque o máximo que emprestavam era 80. Havia muitas transacções em Espanha. E cá em Portugal, o primeiro empréstimo, pagava 14,5% de juro. Portanto, estamos muito melhor do que há 10 anos. Por isso, as pessoas adaptam-se ao mercado.

IMONEWS – Quais são as perspectivas de crescimento da Remax para este ano?

Manuel Alvarez – 40%. Tínhamos um objectivo de 25 e estamos 15% acima.

IMONEWS - E para o ano que vem?

Manuel Alvarez – Para o ano, já não vamos ser tão pessimistas no objectivo e vamos apontar para os 40%.

IMONEWS – Com 203 agências abertas, prevêem aberturas para breve?