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05/09/2008 17:20
Casa mais cara do mundo (0 commentaire)

casa mais cara do mundo.jpg

Em França

Casa mais cara do mundo custou 500 milhões de euros

Abramovich destronado
 
A casa mais cara do Mundo foi comprada recentemente e custou ao feliz proprietário a módica quantia de 500 milhões de euros.

O imóvel, denominado Villa Leopolda, é na verdade uma mansão de proporções verdadeiramente exravagantes, e situa-se francesa Côte D¿ Azur francesa, entre Villefranche e Beulieu.

Esta mansão foi construída em 1902 pelo monarca belga Leopoldo II, e foi assim baptizada com o nome do seu proprietário inicial. Já o mais recente proprietário, que desembolsou os tais 500 milhões de euros, é um multimilionário russo, que prefere ficar no anonimato.

Entre o dono inicial e o actual, a Villa Leopolda passou pelas mãos de LiLy Safras, viúva do banqueiro judeu Edmund Safras.

O negócio veio registar um novo recorde entre os valores imobiliários, destronando o Kensington Palace Garden, comprado por Roman Abramovich por 185 milhões de euros.

Há ainda outro mega-negócio na lista, logo a seguir ao dono do Chelsea: um empresário indiano comprou uma propriedade no bairro mais caro de Londres, por 147 milhões de euros. Um valor para o qual muito terá contribuído o facto de este imóvel incluir uma piscina com jóias incrustadas.

Fonte: Agência Financeira  2008/08/15   09:14

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30/08/2008 16:48
Governo proíbe bancos de cobrar comissões de renegociação (0 commentaire)

Comissões por renegociar e transferir créditos proibida a 25 de Setembro

Bancos chegavam a cobrar comissões de 150 e 200 euros

Os bancos estão proibidos de cobrar, a partir do dia 25 de Setembro, comissões na renegociação de contratos de crédito à habitação ou na sua transferência para outras instituições de crédito, refere a «Lusa».

 

O decreto-lei publicado esta terça-feira em Diário da República, foi aprovado em Julho em Conselho de Ministros, e estabelece que as novas «medidas de tutela do mutuário no crédito à habitação respeitantes à renegociação das condições dos empréstimos e à respectiva mobilidade» entram em vigor num prazo de 30 dias.

Assim, a partir de 25 de Setembro as instituições financeiras que ainda cobrem comissões (que nalguns casos recentes comprovados se situaram entre os 150 e os 200 euros) estão proibidas de o fazer, sob pena do pagamento de coimas e outras penalizações previstas no regime geral das instituições financeiras.

Além de vedar «a cobrança de qualquer comissão pela renegociação das condições do crédito, nomeadamente do spread ou do prazo da duração do contrato de mútuo», o decreto proíbe também «fazer depender a renegociação do crédito da aquisição de outros produtos ou serviços financeiros».

O Governo diz que estas são medidas adoptadas «no contexto recente de agravamento das taxas de juro» e para tentar diminuir «o peso deste encargo através da eliminação de barreiras económicas ou legais que subsistam quer à renegociação das condições dos empréstimos quer à respectiva mobilidade».

A taxa de juro inerente aos contratos de crédito à habitação em Portugal atingiu em Julho o valor médio de 5,633 por cento, segundo dados do INE.

Fonte: Agência Financeira  2008.08.26  16:48


30/08/2008 16:31
Comissões de venda de casa abatem no IRS (0 commentaire)

Comissões pagas às mediadoras abatem ao IRS

Contrariando o entendimento da Direcção de Serviços de IRS, fixado em 2004, o subdirector geral João Durão pediu um parcer ao Centro de Estudos Fiscais que reconheceu as comissões de intermediação imobiliária como despesas necessárias.

A comissão de intermediação imobiliária vai passar a ser dedutível na determinação das mais-valias obtidas com a venda de imóveis. Considerada como uma despesa necessária, as remunerações pagas às mediadoras vão, assim, poder ser abatidas ao IRS. Este entendimento consta de um parecer da Direcção do Centro de Estudos Fiscais (DCEF), a que o “Semanário Económico” teve acesso, solicitado pelo subdirector-geral dos Impostos, João Durão, com vista a clarificar o alcance da noção das despesas necessárias. Uma questão que não tem sido pacífica, tendo se verificado no passado comissões aceites numas situações e recusadas noutras.

 

A Direcção-Geral dos Impostos (DGCI) acaba, pois, de reconhecer os argumentos da reivindicação apresentada pela Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP).
José Macedo, presidente da APEMIP, aplaude a clarificação deste assunto, realçando que com este entendimento acabam as interpretações divergentes que os serviços da administração fiscal apresentavam sobre esta matéria. “Travámos uma batalha com a administração fiscal que reconheceu a nossa reivindicação”, afirmou José Macedo, considerando que hoje o recurso à mediação é absolutamente fundamental para colocar um imóvel no mercado, nomeadamente quando há mais oferta que procura. A APEMIP antecipa como resultado positivo o facto de esta medida levar a que os particulares tenham um incentivo para solicitar a factura do pagamento de IVA a 20%. Uma discriminação positiva que contribuirá para apertar o cerco à fraude e evasão fiscal e contribuirá para aumentar a transparência do negócio de mediação.
Até aqui, enquanto algumas repartições consideravam que as remunerações pagas às empresas de mediação integravam o conceito de despesas de aquisição e alienação para cálculo das mais-valias, outras entendiam que despesas necessárias e inerentes à aquisição e alienação eram somente as relativas ao IMT, e aos encargos notariais e registrais.

Por despacho do subdirector geral, João Durão, em substituição do director geral dos Impostos, datado de 14 de Julho, foi sancionado o entendimento que desde que seja possível demonstrar inequivocamente que o montante pago ao mediador imobiliário diz respeito à venda do imóvel que deu origem à mais-valia, e desde que a actuação deste profissional esteja devidamente documentada, “nada obsta a que se considere a comissão de intermediação como despesa necessária” à venda do imóvel para efeitos do disposto na alínea a) do artigo 51º do Código do IRS.

As dúvidas suscitadas sobre a dedutibilidade desta despesa relacionavam-se com o facto de a contratação dos serviços de uma mediadora imobiliária não ser uma condição essencial para a formalização do negócio, mas sim uma opção do proprietário.

A administração fiscal clarifica agora a noção de despesas necessárias, apreciando a bondade dos argumentos da APEMIP em relação à utilidade do recurso à mediação imobiliária, avaliação de propriedades, publicidade e aconselhamento legal, enquanto meios de prevenir, lê-se no parecer, situações “inconvenientes e irregulares”. Para a DCEF tratar-se-ia de “assumir de forma descomplexada, a finalidade da actuação das entidades de mediação imobiliária e, porventura, de incentivar o recurso às suas capacidades”.

Parecer contraria Serviços de IRS
O Centro de Estudos Fiscais contraria o entendimento da Direcção de Serviços do IRS (DSIRS), que no início deste ano prestou uma informação onde reiterou o seu entendimento que a despesa suportada com a intermediação imobiliária, embora respeite à alienação de um imóvel, não assume carácter de obrigatoriedade ou necessidade inerente a outras despesas (notariado, conservatórias…). Concluiu, assim, aquela Direcção que os encargos suportados com a intervenção de uma imobiliária no processo de alienação de um imóvel gerador de mais-valias não revestem carácter de despesa necessária para a sua alienação. Um entendimento que teve por base um parecer de 2004 da Direcção de Serviços de Consultadoria Jurídica e de Contencioso, sancionado pelo então director-geral dos Impostos Paulo Macedo.
Apesar desta informação da DSIRS, o subdirector geral dos Impostos, João Durão, entendeu que deveria ser solicitada audição à DCEF, para uma análise mais aprofundada. O parecer desta direcção acabou por considerar que não é sustentável “com carácter geral e absoluto” o entendimento que as comissões pagas a mediadores imobiliários não integram o conceito de despesas necessárias.
No documento é realçado o facto de as comissões de intermediação constituírem rendimento tributável em IRS e IRC, na esfera dos mediadores imobiliários, pelo que a sua não dedução poderá conduzir, em certos casos, a uma dupla tributação económica.
O parecer conclui ainda que a realidade do mercado imobiliário actual, pelo menos nos grandes centros urbanos, impõe quase sempre o recurso à intermediação. 

 

Um exemplo

Atendendo ao elevado valor que atingem estas comissões, o seu impacto fiscal no IRS do vendedor pode ser significativo. Senão vejamos algumas implicações na venda de um imóvel por 200.000 euros, em que seja paga uma comissão de 12.000 euros, correspondente a 5% (acrescida de 20% de IVA).
Assim, o valor da mais valia sujeito a IRS sem esta despesa seria superior em 6.000 euros (ou seja, 50% dos 12.000 euros), e seria tributado à taxa aplicável à totalidade dos rendimentos do agregado familiar (entre 10,5 e 42%).

Como comprovar a comissão paga

A conexão entre a comissão paga e a transacção efectuada é comprovada através dos seguintes documentos, cuja emissão é obrigatória:

- Contrato de angariação (que identifica o imóvel, o preço pretendido para a venda e a percentagem da comissão);

- Escritura de compra e venda (que identifica o imóvel, o preço de venda e a menciona a intervenção da mediadora naquela transacção);

- A factura e recibo referentes à prestação de serviço, cujo valor deverá corresponder ao resultado da aplicação da percentagem da comissão (fixada no contrato) ao valor da venda (constante da escritura), e que deverá ainda mencionar o contrato de angariação ou o imóvel a que respeita.

Fonte: Semanário Económico  2008.08.29


22/08/2008 13:05
Avaliações bancárias baixam valor das casas (0 commentaire)
 Empréstimos à habitação mais difíceis

Avaliações bancárias baixam valor das casas

O valor atribuído pelos bancos aos imóveis, no âmbito da concessão de crédito, continua a baixar, segundo dados oficiais revelados ontem. Entre os apartamentos, os mais desvalorizados foram os T2 e T3, que caíram perto de quatro por cento. O Alentejo foi a região mais depreciada e o Algarve continua a ser a zona mais cara do Continente.

A descida do valor dasavaliaçõesbancárias nos empréstimos para a compra de casa corresponde a uma atitude mais cautelosa num contexto de crise internacional.

O valor médio de avaliação bancária de habitação registou um decréscimo, face ao primeiro trimestre, de 2,8 por cento – que atingiu os 4,6 por cento comparativamente ao mesmo período do ano passado, de acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).

No segundo trimestre, o valor médio do metro quadrado fixou--se nos 1186 euros, com o patamar mínimo a encontrar-se no Centro (980 euros/m2) e o máximo no Algarve, onde o metro quadrado ronda em média os 1485 euros. Em termos globais, os apartamentos foram os mais afectados, com quedas da ordem dos 3,3 por cento.

As descidas foram registadas em todas as tipologias, com  excepção dos apartamentos com maior dimensão, que foram valorizados pelos bancos em mais 1,3 por cento do que no trimestre anterior.

O valor das moradias desceu no trimestre 0,4 por cento, segundo o INE. Por regiões, destaca-se o crescimento em Lisboa, Vale do Tejo e Algarve de, respectivamente, 0,5 por cento e 0,1 por cento.

O Alentejo é a região mais desvalorizada, com a variação trimestral a atingir os cinco por cento.

Nas duas maiores regiões do País, a área metropolitana registou uma variação negativa de 3,6por cento, enquanto a do Porto conheceu uma queda de 3,7 por cento.

BANCOS ATENTOS AO MALPARADO

Os valores crescentes do crédito malparado estão a levar os bancos a apertarem os critérios para a concessão de crédito, nomeadamente o valor do imóvel. Os últimos dados revelados pelo Banco de Portugal mostram que o crédito malparado voltou a bater recordes, atingindo os 2,59 mil milhões de euros dos 131 mil milhões de euros em empréstimos contraídos à Banca. Só no crédito ao consumo os empréstimos de cobrança duvidosa contraídos pelas famílias totalizavam 633 milhões de euros, revelou o Banco de Portugal.


 

 

"USADOS TÊM BAIXADO": José Eduardo Macedo Mediação Imobiliária de Portugal

Correio da Manhã – Por que estão os bancos a descer as avaliações?

José Eduardo Macedo – Têm manifestado preocupação em apertar as avaliações. Estão mais cautelosos.

– Ainda assim é boa altura para comprar casa?

– Depende. Nos usados, tem havido tendência para baixar.

– Qual a perspectiva?

– A tendência é de desvalorização, que poderá agravar-se.

Fonte: 29 Julho 2008 - 00h30


19/08/2008 11:07
Saiba quanto pode receber de reembolso dos arredondamentos do crédito à habitação (1 commentaire)

No crédito à habitação

Arredondamentos: saiba quanto pode receber de reembolso

Deco apresenta carta tipo para consumidores apresentarem nos bancos
A pensar em quem comprou casa com recurso ao crédito antes de 21 de Janeiro de 2007, a Associação de Defesa do Consumidor (Deco) acaba de lançar um simulador para calcular quanto é que poderá receber de reembolso devido aos arredondamentos praticados pelos bancos.

O simulador da Deco apresenta alguns exemplos e revela que para um capital inicial de 150 mil euros, com um capital em dívida em Janeiro de 2007 de 120 mil euros (decorridos 10 anos desde o início do empréstimo) um capital médio em dívida ao longo dos 10 anos decorridos de 135 mil euros, o valor médio mensal do arredondamento deverá ter atingido os 14,06 euros.

Isso significa que, no final do ano, o valor do arredondamento deverá ter atingido os 168 euros e, ao final de 10 anos, os 1.687,50 euros.

O simulador está disponível aqui

Carta tipo

Ao mesmo tempo, a Deco apresenta o modelo de carta para reclamar no banco o valor pago em arredondamentos.

No documento deverá disponibilizar algumas informações, nomeadamente a data e a duração do contrato, o montante do crédito, o spread, a prestação inicial, a periodicidade de pagamento das prestações e o indexante (por exemplo, Euribor a 3 meses, Lisbor a 6 meses) assim como a forma de cálculo (por exemplo, média aritmética dos últimos 12 meses).

Recorde-se que o Governo proibiu os bancos de arredondarem as taxas de juro. Já em Julho deste ano, a Procuradoria-Geral da República (PGR) considerou abusiva a cláusula dos arredondamentos e decidiu avançar com acções contra os bancos. Neste momento, aguarda-se uma decisão dos tribunais.

Se a prática for declarada ilegal, os consumidores vão poder reclamar o que pagaram a mais ao longo de 10 anos.

A Deco e a Sefin são as duas entidades que estão a tratar deste processo de reembolso.

Fonte: 2008.08.18  16:23


12/08/2008 17:20
Área metropolitana de Lisboa com mais de 210 mil casas à venda (0 commentaire)

Área Metropolitana com centenas de milhares de habitações à venda

Casas em Lisboa chegam a custar 2.300 euros por m2

Cascais e Oeiras também têm dos preços mais altos
A Área Metropolitana de Lisboa (AML) tinha, no final do primeiro trimestre deste ano, 213 mil casas à venda. Os dados são das estatísticas Confidencial Imobiliário//LardoceLar.com.

De acordo com o mesmo estudo, o preço médio da habitação em oferta na região atingiu os 1.649 euros/m2. Lisboa é o concelho onde os preços médios da habitação em venda atingem os valores mais elevados da Área Metropolitana, acima dos 2.300 euros/m2.

Seguem-se Oeiras e Cascais, onde os preços médios superam os 1.900 euros/m2.

Em conjunto, Lisboa, Cascais e Oeiras concentram 38% dos alojamentos em oferta contabilizados na base de dados Confidencial Imobiliário/LardoceLar.com relativamente à AML, sendo que, no conjunto dos três concelhos, Cascais lidera a oferta em termos de volume.

Odivelas tem os preços mais caros a Norte da capital

Na Margem Norte (Sintra, Vila Franca de Xira, Amadora, Loures, Odivelas e
Mafra), que reúne uma oferta de 70 mil fogos (33% do total da AML), os valores médios de habitação em oferta rondam os 1.450 euros/m2.

Nesta região, Odivelas apresenta o valor médio mais elevado (acima dos 1.500 euros/m2), enquanto que Sintra se afirma como o concelho com a maior bolsa de imóveis habitacionais em oferta (37% do total da Margem Norte).

Preços na Margem sul são metade dos praticados em Lisboa

A Margem Sul (Almada, Seixal, Setúbal, Montijo, Moita, Alcochete, Sesimbra,
Palmela, Barreiro) é a região da AML com os preços médios da habitação em oferta menos elevados, não ultrapassando os 1.200 euros/m2. No total, os nove concelhos que compõem esta sub-região concentram 29% da oferta habitacional em venda na Área Metropolitana de Lisboa, correspondentes a 63 mil alojamentos.

Almada é o concelho com os valores médios de habitação mais elevados na Margem Sul, com os fogos em oferta a rondarem, em média, os 1.500 euros/m2.

A Imométrica e o portal www.LardoceLar.com, desenvolvido e gerido pela Caixatec, do universo Caixa Geral de Depósitos, têm uma parceria, no âmbito da qual a primeira realiza o tratamento estatístico dos imóveis em oferta neste portal, que reúne mais de 450 mil imóveis e 1.200 empreendimentos em oferta por todo o país.

Fonte: Agência Financeira  2008.08.11  11:35


12/08/2008 15:56
BCE sem caminho pré-definido para as taxas de juro (0 commentaire)

Trichet não se compromete

BCE sem caminho pré-definido para as taxas de juro

Inflação continua a ser a principal preocupação e crescimento económico vai ser débil no 2º e 3º trimestres.
 
O Banco Central Europeu (BCE), que decidiu esta quinta-feira manter a taxa de juro de referência para a Zona Euro inalterada nos 4,25%, deu já a entender que não sabe o que vai acontecer ao preço do dinheiro nos próximos meses.

Na conferência de imprensa que decorreu após a reunião, o presidente da instituição, Jean-Claude Trichet, afirmou que o conselho do BCE não tem qualquer «predisposição» em relação às taxas de juro, ou seja, não há um caminho pré-definido para os tempos mais próximos. O banco, pura e simplesmente, não se compromete com qualquer tendência. «Nunca nos comprometemos e faremos o que for necessário para conduzir a estabilidade de preços», disse.

O líder da instituição reiterou que o principal objectivo do banco é garantir a estabilidade de preços e que tudo será feito para assegurar que esse objectivo é alcançado. Recorde-se que a inflação da Zona Euro se encontra nos 4,1%, mais do dobre dos 2% que o BCE indica como adequados.

Por outro lado, Trichet alertou para o facto de se terem materializado os riscos de abrandamento do crescimento económico da Zona Euro, e avisou que este será particularmente débil nos segundo e terceiro trimestres deste ano. Uma desaceleração que era já esperada e que, de acordo com o presidente, corresponde em parte a uma correcção técnica depois do crescimento económico «excepcionalmente robusto» do primeiro trimestre. Os fundamentais da economia europeia, reiterou, são «sólidos».

«A taxa de inflação anual manter-se-á, provavelmente, bastante acima dos níveis consistentes com a estabilidade de preços por um período de tempo prolongado e os riscos mantêm-se em alta no médio e longo prazo», afirmou Jean-Claude Trichet, acrescentando que a inflação só deverá recuar gradualmente em 2009. Para já, admite, o nível da inflação é «preocupante».

Fonte: Agência Financeira  200.08.07  15:04


12/08/2008 15:41
Passos para elaboração de um orçamento mensal (0 commentaire)

A GE Money aconselha

Passos para a elaboração de um orçamento mensal

Despesas fixas e prioritárias, despesas diárias e extras, tudo deve ser tido em contaA realização de um orçamento mensal é fundamental para umas finanças estáveis. Ao elaborar um orçamento doméstico fica com uma perspectiva global e realista do seu rendimento e das suas despesas e se lhe sobra algum dinheiro para poupança ou alguma compra extra.

Os seus rendimentos e as suas despesas, durante um período de tempo específico, são confrontados num orçamento, geralmente numa base mensal. Relativamente aos montantes irregulares, divida-os numa base de média mensal. Este procedimento ajudá-lo-á a perceber exactamente o que está a acontecer com o seu dinheiro e constitui uma boa orientação para o seu planeamento. Pode determinar antecipadamente quanto dinheiro precisa para fazer face às despesas fixas e quanto pretende gastar durante os próximos meses.

A GE Money elaborou uma lista de passos que o podem ajudar a elaborar o seu orçamento familiar, a mantê-lo controlado e a atingir mais facilmente os seus objectivos.

O primeiro passo a tomar é estabelecer prioridades relativamente às suas despesas. É necessário classificar o indispensável no seu orçamento e identificar as áreas onde pode poupar sempre que for preciso.

É extremamente importante que pague todas as suas contas primeiro todos os meses. Outro factor importante prende-se com custos irregulares ou custos regulares menos frequentes. Tratam-se de custos trimestrais, semestrais ou anuais, tais como seguro de recheio da casa ou impostos. Tente reservar, todos os meses, um montante fixo para estas despesas. Assim, estará precavido sempre que receber a factura. Também vale a pena reservar dinheiro para emergências ou surpresas (como por exemplo, dentista), e quem sabe até pode ficar com algum dinheiro extra para o seu objectivo de poupança pessoal.

Assim, o primeiro passo passa por fazer uma lista das suas despesas mensais fixas como renda ou prestação do crédito habitação, prestação do crédito automóvel, colégio, seguros, custos de electricidade, água, gás, etc. Se tiver pagamentos semestrais ou anuais, determine quanto o valor mensal e coloque-o de parte. Deve sempre ser realista e inscrever os valores exactos. No rendimento, use o valor líquido.

No segundo passo deve adicionar à lista os seus custos diários, como alimentação e transporte.

O terceiro passo consiste em apurar as despesas extra que tem, como férias, presentes, reparações, revisão automóvel ou compras de grande valor. Apesar destas despesas serem esporádicas, é prudente atribuir-lhes um determinado valor mensal.

Reservar algum dinheiro para despesas inesperadas, como médico, constitui o quarto passo.

Após preenchimento de todas as despesas, calcule o seu orçamento mensal. Este é o quinto passo. Se o montante que gasta excede o montante que ganha, então terá que rever o seu orçamento e reduzir as despesas diárias e extra ou recorrer a aconselhamento específico.

O sexto e último passo passa por analisar o seu orçamento todos os meses e ajustá-lo no caso do seu rendimento ou despesas se alterarem.

Fonte: Agência Financeira  2008.08.05  11:05


12/08/2008 15:16
Mais de um quarto do rendimento das famílias vai para casa (0 commentaire)

Dados são de 2005 e 2006

Mais de um quarto do rendimento das famílias vai para a casa

Quase 30% vão para alimentação e transportes
Habitação, alimentação e transportes absorvem 55% do rendimento das famílias portuguesas. A conclusão é do Inquérito às Despesas das Famílias, cujos dados reportam aos anos de 2005 e 2006. Com a subida das taxas de juro desde então, será seguro afirmar que, actualmente, o peso desta categoria nas despesas totais das famílias será certamente muito superior.

O mesmo documento revela que o rendimento líquido anual das famílias atingia na altura, em média, de 22.136 euros, o que traduz um rendimento mensal líquido de 1.845 euros, por agregado familiar. Face aos dados do inquérito realizado em 1999-2000, estes valores traduzem um aumento de 2,1%.

Em termos de despesas, a média anual por família era de 17.607, dos quais a maior fatia, de 26,6 por cento (4.691 euros), era destinada à habitação, água, electricidade, gás e outros combustíveis. Outros 15,5% (2.736 euros) destinavam-se a bens alimentares, bebidas não alcoólicas e tabaco e 12,9% (2.272 euros) em gastos em transportes.

Alteração já vinha da década de 90

A evolução da estrutura das despesas dos agregados familiares portugueses ao longo da década de 90 foi marcada pela decrescente importância relativa da classe respeitante a produtos alimentares e bebidas não alcoólicas que, em 1989, 1995 e 2000 representou, respectivamente, 29%, 21% e 19% da despesa total (a preços correntes).

Pela primeira vez, em 2000, esta classe cedeu a primazia, em termos de posição relativa no conjunto da despesa, à «habitação; despesas com água, electricidade, gás e outros combustíveis» (20% do total).

Em terceira ordem de grandeza já surgiam em 2000 os «transportes», que pesavam 15% na despesa dos agregados, tal como em 1989 e 1995.

Lisboa com maiores rendimentos, maiores despesas e menor risco de pobreza

Na análise por regiões, Lisboa tinha o rendimento médio mais elevado, de 27.463 euros por família, em termos líquidos e por ano. Paralelamente, esta era também a região com a maior despesa média anual, de 20.715 euros.

No outro extremo, o Alentejo apresentava os menores rendimentos médios por família: 18.276 euros por ano, pelo que a despesa média registada era também a mais baixa, 14.067 euros.

Em termos de risco de pobreza, Lisboa apresentava a taxa mais baixa, com 12%, enquanto que as taxas mais elevadas cabiam à região do Norte e à Região Autónoma da Madeira, onde 19% da população tinha rendimentos inferiores ao limiar da pobreza.

Famílias com crianças gastam mais 50% que as outras

O inquérito conclui ainda que, por cada 100 euros gastos pelas famílias sem crianças ou jovens, as que têm menores dependentes gastam 150 euros, ou seja, mais 50%. As primeiras estavam, no entanto, em maioria, com 58% do total.

Em termos de distribuição geográfica, 71% das famílias vivem em áreas urbanas.

A grande maioria dos agregados (75,8%) vive em casa própria e com níveis de conforto básico elevados, já que 99,7% dispunham de electricidade, 98,5% tinham água canalizada, 97,4% tinham sistema de esgotos e 95,8% apresentavam instalação sanitária.

Telemóveis disparam

Há dois ou três anos atrás, 81% da população possuía telemóvel, um forte crescimento face aos 47,4% registados em 2000.

Pelo contrário, a posse de telefone fixo já estava a baixar desde o início da década, passando de 75,5% em 2000 para 68,7% em 2005/6.

Fonte: Agência Financeira  2008.08.12  13:34


09/08/2008 18:18
Portugal tem 200 mil imóveis usados que estão sobreavaliados (0 commentaire)

Portugal tem 200 mil imóveis usados que estão sobreavaliados e não encontram comprador

07.08.2008 - 18h36  Lusa


Em Portugal há 200 mil imóveis usados que estão sobreavaliados e, por isso, não encontram qualquer comprador, afirmou hoje à agência Lusa o presidente da APEMIP, José Eduardo Macedo.

"Estimo que actualmente a oferta de imóveis usados no mercado português ascenda a 200 mil, mas porque estão sobreavaliados não encontram comprador", disse o dirigente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP).

Segundo José Macedo, estima-se que hajam 200 mil imóveis usados "na cabeça dos proprietários".

"Os preços pedidos estão ainda relativamente próximos dos valores a que são vendidos os imóveis novos, mas por estarem sobreavaliados os compradores não optam por os adquirir", sublinhou.

Neste caso, a restrição do crédito bancário e os empréstimos mais caros aos clientes não estão a impedir que estes imóveis sejam vendidos, apesar de a Euribor, a taxa a que os bancos emprestam dinheiro uns aos outros, ter atingido a seis meses, na quarta-feira, um novo máximo dos últimos oito anos, nos 5,166 por cento, e a três meses um máximo de quase oito anos, nos 4,97 por cento.

Embora a maioria dos empréstimos à habitação em Portugal esteja indexado à Euribor (a três e seis meses), pelo que taxas mais altas traduzem-se no encarecimento das prestações das casas, quem tem imóveis possui imóveis usados e ainda não os amortizou na integra, mas pretende vendê-los, tem "um problema acrescido", explicou.

As pessoas que querem vender os imóveis usados pedem preços que estão acima do que as habitações valem, até porque quando contraíram empréstimos pediram crédito para mobilar as casas e mesmo comprar automóveis.

Para José Eduardo Macedo, a manutenção da taxa de referência do Banco Central Europeu (BCE), em 4,25 por cento, hoje, "não foi uma surpresa".

Desde o início da crise do crédito hipotecário de alto risco ('subprime'), em 2007, as taxas de juro de mercado da Zona Euro têm estado a subir, reflectindo o aumento do risco de crédito.

Desde o início do ano, a Euribor a 3 meses cotou-se em média nos 4,72 por cento, a Euribor a 6 meses nos 4,783 por cento e a Euribor a 1 ano nos 4,718 por cento, valores todos acima das médias entre os 4,2 e os 4,45 por cento registadas no conjunto de 2007.

"As taxas de juro dos empréstimos estão mais elevadas, mas nada que seja ainda insuportável, podendo mesmo subir", disse o presidente da APEMIP.

De acordo com José Macedo, a 'bolha' do imobiliário em Espanha não afecta o sector da construção em Portugal.

"Não estamos preocupados com essa situação", sublinhou.

O responsável pela APEMIP disse à Lusa que o parque imobiliário edificado, que ascendeu a 64 mil imóveis em 2007, estima-se que deverá crescer este ano mais 50 mil unidades.

Há 5,7 milhões de imóveis edificados, mas entre 800 mil a um milhão não reúnem condições mínimas de habitabilidade ou estão muito degradadas.

"Estamos numa fase em que a construção não é paradigma, mas sim a reabilitação, além da construção atendendo à sustentabilidade e eficiência ambiental", sublinhou.

O dirigente afirmou ainda à lusa que a oferta de imóveis tem vindo a diminuir, mas os preços em boas zonas mantêm-se estabilizados em níveis elevados.

Ao todo foram vendidos 209 prédios urbanos em Portugal em 2007, estimando-se que se vendam entre 155 mil e 190 mil, entre novos e usados, em 2008.

Destes últimos 40 a 50 mil são novos e os restantes usados.

Fonte: PÚBLICO


06/08/2008 20:50
Euribor a seis meses atinge novo máximo de 2000 (0 commentaire)
Euribor a seis meses atinge novo máximo de 2000
A Euribor a seis meses, o indexante mais usado no crédito à habitação, voltou a subir e renovou o máximo de 2000. Amanhã o Banco Central Europeu (BCE) vai reunir e anunciar a decisão sobre a evolução da taxa de juro para a Zona Euro.

A Euribor a seis meses subiu hoje para os 5,166%, o que representa o nível mais elevado desde Novembro de 2000. A subida desta taxa faz prever novos aumentos dos encargos com o crédito à habitação, depois de no mês passado a média mensal ter sido fixada no nível mais alto desde sempre, o que significou novos aumentos das prestações bancárias para as famílias cuja revisão do contrato de crédito incide em Agosto.

Esta subida surge um dia antes do BCE reunir. Apesar dos economistas preverem uma manutenção do preço do dinheiro nos 4,25%, depois da subida do mês passado, o mercado está expectante em relação ao discurso do presidente da autoridade monetária, Jean-Claude Trichet.

O mercado receia que o responsável sugira que será necessário voltar a subir os juros para a Zona Euro com o intuito de controlar a inflação que continua acima dos 4%.

Já as taxas Euribor a três e a 12 meses registaram quedas na sessão de hoje. A primeira recuou para os 4,967% enquanto a de maior prazo desceu para os 5,354%.
Fonte: Jornal de Negócios  2008.08.06

30/07/2008 21:07
Restrições ao crédito habitação motivam queda do valor das casas (0 commentaire)

Restrições ao crédito habitação motivam queda do valor das casas


 

As restrições ao crédito à habitação, o risco de malparado e a crise internacional são os principais motivos para a queda do valor das casas. É a opinião da economista Paula Carvalho, do BPI.


Dados hoje divulgados pelo INE mostram que o valor das casas avaliadas pelos bancos caíu 4,6% no 2º trimestre em termos homólogos. A economista explica que numa altura de risco de aumento do malparado os bancos têm mais cuidado nas avaliações.

Por outro lado, as restrições ao crédito limitam a evolução do mercado imobiliário. A economista sublinha que não há paralelo entre a crise no mercado imobiliário português e a de países como Espanha ou os Estados Unidos.

O facto do mercado imobiliário português ter estado estagnado torna-o menos vulnerável.Os dados do INE mostram que uma casa vale, em média, 1186 euros por m2. O valor caíu em todas as regiões, na frente está o Alentejo e Lisboa.

 

 

Fonte: Rádio Clube Português  2008.07.28


25/07/2008 20:58
Imobiliário: comprar ou vender (0 commentaire)
Imobiliário: comprar ou alugar?
O imobiliário transmite o sentimento de que “nunca se perde”.
Portugal é dos países da Europa onde é mais elevada a percentagem de proprietários.

Falta de cultura financeira, desejo de segurança para o futuro, fraca rentabilidade dos produtos financeiros e inexistência do mercado activo de aluguer explicam esse “amor do imobiliário” que se traduz quer pela compra de casa própria, quer pelo investimento em unidades de participação dos Fundos de Investimento Imobiliário.

Com efeito, o imobiliário transmite o sentimento de que “nunca se perde” e que o investimento sempre se valoriza, pelo que a indecisão entre comprar ou alugar é quase automática em favor da compra. Até porque o que se paga de juros ao banco é considerado como um investimento ou um pagamento a si próprio. E não como um custo.

Nos últimos tempos, as execuções via venda em leilão, de hipotecas não liquidadas atempadamente, trouxe a alguns a questão de “se vale a pena comprar”.

Evidentemente que cada caso pressupõe uma resposta que tenha em consideração a situação pessoal do comprador potencial: o preço, a localização do imóvel, o número de filhos, a idade, etc... Quanto a este último aspecto, é de assinalar que em Portugal os jovens optam, frequentemente, pela compra com a ajuda financeira dos pais. O que pressupõe dada a “volatilidade” dos empregos que acreditam na facilidade de revenda. A qual não existe por excesso de oferta. De igual modo, o insuficiente financiamento leva à compra de imóveis na periferia com longos trajectos diários, portanto com perda de qualidade de vida.

Por outro lado, e para poder fazer face aos reembolsos, é habitual a utilização de taxas variáveis indexadas pelo mercado monetário, que tornam o valor do reembolso muito problemático quando a base dessa indexação sobe, como é o caso actualmente.

É evidente que é sempre possível renegociar o empréstimo. Mas existem inúmeros casos em que a renegociação, aumentando desmesuradamente os prazos, atira para idades muito elevadas a liquidação final dos empréstimos. E a “valorização” proveniente da inflação não alivia o esforço financeiro, pois as taxas de juro variáveis são função dessa inflação.

Assim, vale a pena adiar a compra pois sendo a oferta superior à procura, os preços vão-se ajustar inevitavelmente em baixa.
____

José Santos Teixeira, Presidente da Optimize
Fonte: Diário Económico  2008.07.25  00:05

24/07/2008 14:02
IMI - Alargamento de isenção abrange quem já comprou casa (0 commentaire)

Alargamento de isenção de IMI abrange quem já comprou casa


A primeira tem a ver com o alargamento dos prazos de isenção de imposto, que até aqui eram de seis anos para imóveis com valor patrimonial tributário até 157.500 euros e de três anos para os que estão avaliados entre 157.500 e 236.250 euros. A partir de 2009, os primeiros gozarão de uma isenção por oito anos e os segundos por quatro anos.

Este prazo adicional aplica-se não só a quem venha a comprar imóveis após a entrada em vigor da nova Lei, mas a todos os proprietários que se já se encontrem a beneficiar de isenção. Assim, quem tenha comprado casa após Janeiro de 2004 e esteja temporariamente isento de IMI, também terá o prazo prorrogado. Quem tenha completado o período de isenção este ano também terá direito a mais um ano de isenção. Já quem, por exemplo, tenha comprado casa em 2004 e tido isenção por três anos, já não poderá reactivá-la.

A segunda medida ontem clarificada foi a da dimensão da descida da taxas máximas de IMI: 0,1 pontos percentuais em cada um dos casos. Actualmente, as câmaras cobram taxas diferentes de IMI. As casas que foram transaccionadas ou reavaliadas desde 2004 têm de pagar entre 0,2% e 0,5% sobre o valor do imóvel a titulo de imposto, enquanto os restantes imóveis pagam entre 0,4% e 0,8%, por ano.

A fixação da taxa dentro da banda de flutuação permitida fica ao critério de cada município, cabendo ao Governo central fixar valores mínimos e máximos. Pois o que ontem José Sócrates veio confirmar é que as câmaras não poderão ir além dos 0,4% e dos 0,7%, respectivamente. Esta descida do tecto máximo vai obrigar 133 autarquias do país (43% do total), que este ano cobraram taxas acima dos 0,7% e dos 0,4% a baixarem a factura.

Fonte: Jornal de Negócios  2008.07.11  00:02


23/07/2008 17:37
Renováveis custam 35 euros a cada português (0 commentaire)
Factura da electricidade
Renováveis custam 35 euros a cada português
 
Cada português vai pagar este ano cerca de 35 euros para o financiamento das energias renováveis. É um dos custos ‘escondidos’ na factura de electricidade que é pago por todos os consumidores domésticos. Segundo o “Correio da Manhã”, ao todo, os portugueses vão pagar este ano 352 milhões de euros.

De acordo com o jornal, trata-se de mais 162 milhões do que em 2007, um agravamento exagerado e “socialmente injusto”, considera Jorge Morgado, da DECO, que tem dúvidas quanto à necessidade de serem os consumidores a continuar a financiar o sistema.

Estes custos suportados pelas famílias passaram de 106 milhões de euros em 2006 para 190 milhões em 2007 e este ano vão atingir os 352 milhões, diz o CM, que cita a ERSE.

Fonte: Jornal de Negócios  2008.07.23  08:31



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